Ciclistas enfrentam dificuldades nas ciclovias do DF

Ciclistas enfrentam dificuldades nas ciclovias do DF

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Em Brasília, as principais ciclovias estão sendo construídas em vias paralelas. Os trechos não tem conexões, o que dificulta o percurso dos ciclistas.

Veja o vídeo em: http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/v/ciclistas-enfrentam-dificuldades-nas-ciclovias-do-df/2604561/

Fonte: Bom Dia Brasil

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Uma última observação em relação ao projeto original de ciclovias e ciclofaixas, quando o projeto ficou pronto por toda a equipe técnica da ONG, quanto a do GDF e sua equipe técnica, que na época era o nosso ex-governador Roriz, tinham pedido pode enfeitar um pouco? O projeto foi excelente de tal forma que até os representantes do projeto urbanístico da Holanda disseram “Este projeto supera vários projetos ciclísticos urbanísticos de vários países do 1ºMundo”. Voltando a esta denúncia que tanto nós quanto ciclistas vemos estas falhas do atual projeto ciclístico urbanístico, tenho certeza que não teriam estas denúncias e reportagens, se o a atual equipe responsável fizesse este projeto de acordo com a forma original da ONG junto ao antigo governo do DF. Resumindo o que a equipe e governo atual precisam entender que este é um projeto de uma ONG e não de um outro partido. Claro que eles vão dizer que o projeto original sai muito caro, todavia um projeto urbanístico decente nunca sairá barato, só de ver o quão caro é o nosso metrô, as obras metroviárias, ferroviárias e as faixas exclusivas de ônibus são carérrimos, mesmo assim são cheios de falhas.

Boa noite. Quero aqui fazer uma denúncia. A ciclovia na via L2 norte, recém inaugurada, na altura da SQN 402 já está interditada por tapumes da empresa SVC Construções Ltda há dois dias. Um aparte da ciclovia já foi demolida e não sei como contatar a empresa ou a que órgão do DF recorrer. Tenho fotos do local. Eu uso a bike para ir ao trabalho e todo dia passo pelo local. É um trecho crítico pois se não passo por ali tenho que cruzar a saída da L2 Norte para a L4/Unb/etc, onde, invariavelmente os carros entram em alta velocidade e, raras exceções, dão a seta indicativa que vão dobrar. É um risco enorme. Não se vê estímulo para que as pessoas usem a bike como meio de transporte, inclusive para chegar ao trabalho, como eu. Se fosse uma rua que ficasse interditada para os carros por dois ou mais dias, a atitude do governo seria outra. Grato. Maurício [pela campanha do adesivo “um carro a menos” colado no carro não serve pra nada]

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