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Redução da velocidade máxima das vias urbanas no Distrito Federal é pauta de encontro no Senado

A Rodas da Paz e o pai do Raul Aragão, ciclista morto por Johann Hamonnai, 18 anos, que conduzia seu carro a 95km/h (relembre o caso aqui), Helder Gondim, se reuniram no dia 07/11/2017, com o líder da bancada do DF no Congresso Nacional, o Senador Helio José, e com o Senador Paulo Paim. Na ocasião foi solicitado ao Senador do DF o empenho dele e de toda a bancada para tratar junto ao GDF de questões ligadas à segurança no trânsito em nossas cidades. Dentre as pautas apresentadas a principal delas é a redução da velocidade de nossas vias. O representante da ONG entregou os ofícios (veja os documentos abaixo) já encaminhados ao GDF com as solicitações e o líder da bancada se comprometeu a atuar junto ao governo local para tratar do assunto.

Já o Senador Paulo Paim se comprometeu a realizar junto com a ONG uma audiência pública para debater o tema.

Ofícios

Oficio 18 DETRAN v2

Oficio 19 SEMOB v2

Redução dos limites de velocidade: o que você precisa saber sobre isso

1. Por que reduzir os limites de velocidade? 

A redução dos limites de velocidade das vias urbanas é uma medida que vem sendo cada vez mais adotada em todo o mundo como forma de reduzir as mortes no trânsito e humanizar as vias. A medida ajuda a melhorar a fluidez do trânsito e torna a cidade mais acessível a todos.
Velocidade mais baixa significa mais incentivo aos meios sustentáveis de deslocamento, como caminhar, pedalar ou utilizar o transporte público, possibilitando segurança, conforto e fluidez nos trajetos.

Ruas com velocidades menores favorecem o compartilhamento da via entre motoristas e ciclistas, facilitam a travessia de pedestres e permitem que crianças brinquem nas ruas como costumavam fazer até tempos atrás. Com menos pressa, a gente convive mais, cria mais empatia, e percebe mais o que ocorre ao nosso redor.
A cultura da velocidade motorizada faz parte de um modelo de urbanização onde as ruas são apenas parte do caminho, e nunca ponto de parada e convivência. Essa ideia faz sentido para estradas, mas não cabe para as vias urbanas, onde o conceito de ruas completas é muito mais adequado do que o de via expressa.

2. Essa ideia  tem base em algum estudo?

A redução dos limites de velocidade nas vias urbanas é uma recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), fundamentada nos estudos mais atuais sobre trânsito e na experiência concreta de cidades como São Paulo, Curitiba e Fortaleza.

Em um atropelamento a 64km/h, 85% dos pedestres atingidos morrem e nenhum sai ileso. A 32km/h, 5% morrem e 30% sobrevivem ilesos. O gráfico e o vídeo a seguir mostram como uma velocidade menor é a diferença entre sobreviver e morrer em um atropelamento.

Ademais, menor velocidade significa maior tempo de reação por parte do motorista e de todos os usuários – o que é decisivo para se evitar uma colisão, além de uma menor distância de parada do veículo após a freada.

3. Mas reduzir os limites de velocidade não vai criar congestionamento?

Pelo contrário, quanto maior é a velocidade dos carros maior é a distância necessária entre eles, o que significa que a 80km/h cabem menos carros na pista do que se eles estivessem a 50km/h, como se pode ver pelo gráfico abaixo. Portanto, em velocidades menores, a capacidade da via aumenta, fazendo com que um número maior de veículos circule no mesmo período de tempo, permitindo melhor distribuição do fluxo e evitando a formação de gargalos e afunilamentos em pontos de estreitamento de pistas, por exemplo.

O que de fato cria os congestionamentos é o excesso de veículos e as interrupções na fluidez muitas vezes causados pelas colisões que a alta velocidade traz. Diferentemente, a redução da velocidade máxima faz muitas vezes com que a velocidade média da via aumente, como ocorreu em São Paulo, nas vias Marginais.

4. Só reduzir a velocidade resolve?

Reduzir os limites de velocidade é importante mas deve ser acompanhado de outras medidas. Um comportamento comum de motoristas é dirigir acima da velocidade e apenas frear quando há fiscalização por pardal ou blitz de agentes de trânsito. Para se garantir um limite de velocidade compatível com a vida urbana é preciso mudar o desenho viário de nossas cidades, incluindo elementos de moderação de tráfego nas vias (balões, lombofaixa, canteiros, etc).  A redução dos limites de velocidade é uma medida que deve ser acompanhada também de ações educativas, para as pessoas entenderem que não se trata de “indústria da multa” ou medida arrecadatória, e sim medida de segurança para toda a população. Não existe indústria da multa, existe uma cultura de conivência com a alta velocidade nas vias, muito estimulada pela indústria automobilística através da publicidade.

5. Algum outro país reduziu velocidade máxima da via que impactou positivamente no número de mortes no trânsito?

Sim. A redução da velocidade máxima da via em diversos países como África do Sul, Estados Unidos, França e Nova Zelândia, entre outros, resultou em uma redução das colisões de 8% a 40% nos anos recentes. Nos EUA, por exemplo, entre 1987 e 1988, 40 de seus estados elevaram o limite de velocidade nas rodovias interestaduais de 88 km/h para 104 km/h. No mesmo período, houve um aumento de 20 a 25% no número de mortes nessas vias, segundo o documento de referência da Organização Mundial de Saúde (OMS) “Gestão da Velocidade“.

O Brasil é um dos países com a maior taxa de óbitos no trânsito no mundo e a redução dos limites de velocidade é uma das ações mais importantes para combater esse grave problema.

 

Rodas da Paz protocola representação para MPDFT acompanhar atropelamento de Raul Aragão

A Rodas da Paz protocolou nesta segunda feira 06 de novembro representação ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios pedindo o rigoroso acompanhando do atropelamento de Raul Aragão, ocorrido na L2 Norte dia 21 de outubro.

A Representação menciona que “A atuação do MPDFT, junto à autoridade policial, faz-se necessária e urgente, ao se considerar que, quanto ao autor do fato que resultou na morte do ciclista, apesar de abordado em flagrante, não se tem informação de que tenha sido conduzido à delegacia nem que tenha prestado seu depoimento ou liberado mediante pagamento de fiança. Carece ainda o devido relato sobre possível embriaguez ao volante ou o uso de outras substâncias, ou ainda sobre a existência de acompanhantes dentro veículo. Uma vez decorridos já 15 dias do delito, não se tem conhecimento de que o condutor do veículo autor do fato,  tenha prestado depoimento.”

A família de Raul Aragão, por meio de seus pais e irmãos, participaram do ato de entrega no MPDFT.

O que a Rodas da Paz acha de ciclistas e pedestres serem multados?

A finalidade da política pública de gestão do trânsito é melhorar a segurança e garantir os direitos da população, não apenas fiscalizar regras por si só. Por isso, toda atuação do Estado no sentido de fiscalização deve ser bem coordenada com outras medidas como a oferta de infraestrutura e ações educativas visando a mudança efetiva de comportamento.

Na situação atual das cidades brasileiras, canalizar recursos públicos, efetivo policial e agentes de trânsito para fiscalizar e punir pedestres e ciclistas seria uma ação altamente ineficiente para atingir o objetivo de melhoria da segurança no trânsito. Essa medida, hoje, resultaria numa inversão de prioridades, penalizando ainda mais o transporte ativo e desestimulando a escolha pela mobilidade sustentável. Ao contrário, o esforço de fiscalização deve ser orientado proporcionalmente para quem causa o maior número de mortes no trânsito, os automóveis.

Um ótimo exemplo que ajuda a compreender a questão é o que aconteceu em SP, após a implementação da ciclovia da Avenida Paulista. As pesquisas realizadas indicaram que o número de ciclistas na contramão ou na calçada foi reduzido de forma avassaladora após a implantação da infraestrutura cicloviária, caindo de 20% e 16% nas medições anteriores à ciclovia para 4% na véspera da sua inauguração e, finalmente, para 1% após a estrutura estar plenamente estabelecida. Já ciclistas que usavam a calçada registravam percentuais similares, de 27% e 18% antes da ciclovia, caindo para 11% na véspera da inauguração e apenas 2% após a implantação total. (Veja o estudo completo aqui)

Ou seja, a oferta de estrutura adequada se revelou essencial para permitir o comportamento seguro. E na ausência de condições mínimas, que garantam o direito de deslocamento das pessoas, o comportamento indesejado prevalece.

Colocando em números, Brasília possui 13.741 km de vias pavimentada que priorizam a circulação de veículos motorizados e apenas 421 km de ciclovias desconexas. Uma cidade assim leva os ciclistas a realizarem trajetos muitas vezes improvisados, tendo que fazer trechos de contramão ou na calçada, visando a sua própria preservação – sobretudo ciclistas iniciantes. O mesmo ocorre com os pedestres, quando não há calçadas nem opções adequadas de travessia.

Portanto, antes de oferecer condições mínimas de circulação para o uso da bicicleta, a fiscalização se torna cara e ineficiente. Quando pelo menos 25% da malha viária do DF for composta por vias cicláveis (estamos em 3% em 2017) e a participação da bicicleta for superior a 10% (último dado indica 2% em 2009) aí sim talvez seja o momento de começar a pensar em multar ciclistas.

Respeito à vida antes de tudo: repúdio à violência sofrida por ciclistas após o velório de Raul Aragão

A Rodas da Paz repudia veementemente as ações adotadas pelo motorista Tiago Marcel Canabarro que tentou por diversas vezes atingir com seu automóvel um grupo de ciclista em Brasília na tarde do dia 23/10/2017, conforme amplamente noticiado pela mídia. Buscamos construir um trânsito mais humano para nossa cidade, com respeito a todos que ocupam as vias e com respeito à mobilidade plural. A utilização da bicicleta como meio de transporte em Brasília cresce a cada dia e o compartilhamento do espaço público com carros, ônibus e motos não pode transformar nossas vias em um palco de guerra. Antes de tudo precisamos respeitar a vida. O caso foi registrado pela polícia e um processo está em andamento. Segue abaixo carta dos ciclistas expondo ocorrido.

Essa segunda (23/10/2017) foi um dia tenso e emotivo. Pela manhã, houve o velório do nosso amigo Raul Aragão, vítima de atropelamento no fim de semana, e, logo depois, fomos em grupo até o balão do aeroporto junto com o carro funerário. Voltamos juntos até a 214 Sul. De lá, o grupo maior se dividiu em bondes para lugares diferentes. O grupo em que eu estava contava com seis ciclistas.

Seguíamos em direção ao Sudoeste, trafegando na W4 Sul e ocupando uma das duas faixas de rolamento – como é o recomendado, principalmente quando se está pedalando em grupo. Agimos conforme postula o artigo 58 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), segundo o qual, na falta de local exclusivo em condições de uso, a circulação de bicicletas deve se dar na ”pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores”. 
Na altura da 713 Sul, um veículo com placa JGE-2538 emparelhou do nosso lado, e o motorista começou a nos ofender, falando coisas como “O que vocês estão fazendo na rua, seus viados? Vão pra calçada”, “Vocês são uns pau de rato, não são ciclistas de verdade” e “Depois que é atropelado não sabe por quê”. 
Depois das ofensas, acelerou o carro, fechando e tirando fina do grupo. Logo à frente, ficou parado no engarrafamento do balão da 713/712. 
Alcançamos o veículo, e iniciou-se uma discussão. Nós o questionamos e afirmamos nosso direito de estarmos na rua, enquanto ele seguia com ofensas e xingamentos. Quando o motorista foi fazer o balão, em vez de seguir seu caminho reto – já que, segundo ele,  estava levando sua filha ao colégio -, fez um giro de 360° e acelerou o carro no sentido da contramão em rota de colisão a um de nós, que sacou a tranca da bicicleta e arremessou no parabrisa do carro para se defender. 
Essa foi a primeira tentativa de atropelamento.
Então o motorista fez o balão novamente, seguiu em direção ao Parque da Cidade, retornou e acelerou VIOLENTAMENTE sobre o canteiro central, quase atropelando um dos ciclistas, além de um vigia de carro que estava no local.
Essa foi a segunda tentativa de atropelamento.
O argumento do motorista que tentou o homicídio jogando seu carro sobre nós é absolutamente falso! Ele afirma estar fugindo do engarrafamento e protegendo a filha.
Se ele queria mesmo proteger sua filha, que supostamente estava no carro, levantamos os questionamentos:
1° Por que ele iniciou a confusão desferindo xingamentos contra nós? 
2° Por que ele não foi embora quando chegou ao balão, em vez de retornar e avançar com o carro – uma armadura de metal – contra nós?  
3° Por que ele foi em direção ao Parque da Cidade e retornou em nossa direção, pela SEGUNDA vez e (supostamente) com a filha no carro, tentando nos atropelar em cima do canteiro?
4º É justo tirar a vida de alguém por causa de um parabrisa quebrado?
5° Mesmo que não pudéssemos circular na via, o que é SIM PERMITIDO, ele quebrou a própria lógica subindo no canteiro, área proibida a veículos automotores. Qual é a coerência entre a sua fala e a sua ação?
A essas perguntas, esse senhor sobre rodas terá de responder em juízo. Várias pessoas testemunharam a sequência dos fatos.
Após a segunda tentativa de assassinato por atropelamento, o motorista se EVADIU do local nos ameaçando de morte, cantando pneu e subindo na calçada. 
Para nossa surpresa, poucos minutos depois, quando estávamos indo embora, muito abalados, no semáforo da 700/900 Sul, nós o vimos novamente. Ele parou o carro na contramão e desceu com uma faca em punho. Proferiu xingamentos irracionais, ameaças e mais ameaças, carteirada – disse que nós estávamos “fodidos”, pois ele era advogado… 
Depois, a viatura da polícia chegou ao local e fomos para a 1° DP. Mesmo na delegacia, ainda descontrolado, ele nos ameaçou, falando que, se visse algum de nós na rua em outro momento, passaria por cima e que aquilo “não ia acabar ali”.
O nome do condutor que tentou por duas vezes nos atropelar e nos ameaçou com uma faca é Tiago Marcel Canabarro, assessor parlamentar do deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS). Ele se diz ciclista por já ter andado e competido de bike e, ironicamente, possuía adesivos de respeito ao ciclista no fundo do mesmo carro, com o qual quase passou por cima de integrantes do nosso grupo.
Temos fotos e vídeos de vários momentos que registram esse absurdo.”

Por Raulzito, continuamos

 

Depois de quase 15 anos de trabalho voluntário diário e de importantes conquistas na mobilidade urbana do DF, a perda do querido amigo Raul Aragão para a violência no trânsito nos deixa consternados. Por mais que argumentemos que a velocidade atual das vias é perigosa para todos, vidas continuam sendo perdidas.

Raul era uma força mobilizadora dentro do nosso grupo. Colocava sua alegria em tudo, a levava para onde ia, junto com a sua bicicleta – que carregava no coração. Ele se sentia vivo pedalando e lutando pelo espaço para quem pedala nesta Brasília tão centrada no carro. Fará muita, muita falta.

A Rodas da Paz luta pelo convívio pacífico entre os diferentes modos de se locomover. Em agosto de 2017, nosso Passeio anual teve como tema “Sem pressa, todo mundo chega bem”, definido em parceria com o grupo Caça-Pedal, da Ceilândia. O tema foi inspirado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda até 50 km/h como limite de velocidade para vias urbanas.

Se uma colisão acontece com o carro a 80 km/h, é praticamente zero a possibilidade de sobrevivência das pessoas atingidas. A 64 km/h, 85% morrem e ninguém sai ileso. No entanto, apenas 5% morrem e 30% ficam ilesos se a velocidade for de 32 km/h.

Mesmo quando não há infração, a alta velocidade permitida nas vias pode transformar a todos em vítimas.

Nada suporta o impacto violento de um carro veloz ao atingir um ser humano. O debate urgente a ser feito não é a roupa especial, o sapato ideal ou o equipamento de segurança recomendado.

A melhor maneira de proteção é e será sempre o respeito à vida e à mobilidade plural. Para que isso aconteça, é fundamental que haja velocidade compatível entre os diferentes veículos, motorizados ou não.

Nossas ruas deveriam impedir velocidades altas. Quando a velocidade é mais baixa, tudo fica mais fácil: a travessia de pedestres; o compartilhamento da via entre motoristas e ciclistas; o uso de meios sustentáveis de deslocamento – como caminhar, pedalar e usar o transporte público; a fluidez nos trajetos; e uma convivência humanizada por todas as cidades.

Somente com menos pressa teremos a chance de uma mobilidade respeitosa à vida. Reduza a velocidade, compartilhe a via e dê a preferência. Proteja a sua vida e a dos outros.

A cidade deve ser das pessoas. Vamos continuar inspirados por esse ideal – que era o compromisso de vida do alegre Raulzito.

Vá em paz, Raul. “Suave na nave”.

 

Brasília, 22 de outubro de 2017.

 

Com muita saudade e carinho,

voluntárias e voluntários da Rodas da Paz.

 

 

Balanço Desafio Intermodal 2017 – veja os destaques

Tendo como ponto de partida a QE 7 do Guará I e chegada no Museu Nacional, o Desafio Intermodal contou com a prática de 12 modalidades de transporte, que fizeram percurso de 14 km.

Assim como nas edições anteriores do Desafio Intermodal, a bicicleta se destacou como meio de transporte mais eficiente. Já a moto contou com o melhor tempo médio, (22:50), tendo a bicicleta fixa feito o segundo melhor tempo (24:10). Entretanto, devido à alta emissão de poluentes, a moto perdeu muitas posições, ficando em 9º no ranking geral, perdendo duas posições em relação ao ano passado. A moto foi ultrapassada pelo cadeirante no ônibus e metrô+bicicleta em relação a 2016 nos quesitos custo e impacto ambiental.

Pela primeira vez em 6 anos, o ônibus fez um tempo melhor que o metrô. O ônibus melhorou em 10 minutos seu desempenho em relação ao ano passado, tendo reduzido de 56 minutos para 46 minutos, quebrando a tendência de aumento na demora que estava sendo detectada nas outras edições do desafio.

Este ano o cadeirante conseguiu participar do desafio, numa experiência mais positiva que em 2016, quando não houve possibilidade de embarque no metrô devido a lotação. O cadeirante no ônibus chegou ao mesmo tempo que quem fez a integração bicicleta+ônibus.

O participante que foi de carona, mesmo tendo que pegar três veículos diferentes, conseguiu chegar antes de quem foi de metrô (50min) e ônibus (46min), tendo feito todo o percurso em 43:33.

Juntamente com a bicicleta, a corrida e a carona foram os meios que tiveram o menor custo econômico.

Moto, carro, e taxi apresentaram pior desempenho ambiental, por utilizarem combustível fóssil. Mesmo tendo velocidade acima dos outros meios de transporte, o fato ambiental e o custo econômico desses meios de transporte sugerem que eles não devem ser adotados de maneira prioritária pela população.

Abaixo segue a tabela com modalidades, notas e tempo médio:

É eleita nova diretoria da União de Ciclistas do Brasil

André Soares, Érica Telles e Felipe Alves. Foto: UCB

Durante o Bicicultura 2017 ocorreu a Assembleia Geral Ordinária da União de ciclistas do Brasil. Na ocasião foi eleita a nova coordenação da entidade, com a seguinte composição:
Diretoria:
– Diretor Presidente: André Soares (ACBC, Balneário Camboriú/SC)
– Diretora Administrativa: Érica Telles (Mobicidade, Salvador/BA)
– Diretor Financeiro:Felipe Alves(Ciclovida, Fortaleza/CE)
Conselho Fiscal:
– Joanna Almeida (Mobirio, RJ/RJ)
– Renata Florentino (Rodas da Paz, Brasília/DF)
– Hamilton Takeda (CicloBR, SP/SP)
Agradecemos a dedicação da antiga diretoria, que tomou posse no Fórum Mundial da Bicicleta realizado em Curitiba em 2014:

Diretoria
Diretor Presidente: André Geraldo Soares – Associação de Ciclismo de Balneário Camboriú e Camboriú – ACBC – Balneário Camboriú/SC
Diretor Financeiro: Yuriê Baptista César – Clube de Cicloturismo do Brasil – Brasília/DF
Diretor Administrativo: Guilherme Lara Camargos Tampieri – BH em Ciclo – Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte – Belo Horizonte/MG

Conselho Fiscal
Hamilton Takeda – Instituto CicloBR de Fomento à Mobilidade Sustentável – CicloBR – São Paulo/SP
Fabiano Faga Pacheco – Associação dos Ciclousuários da Grande Florianópolis – ViaCiclo – Florianópolis/SC
Giovani Rafael Seibel – Associação Blumenauense Pró-Ciclovias – ABC – Blumenau/SC

Semana da mobilidade 18 a 25 de setembro de 2017. Não fique de fora dessa Semana! Envolva-se e ajude a transformar nossa cidade!

Chegou a semana da mobilidade de 2017! Confira aqui as atividades que estão programadas.
Dia 19, às 14h30. Audiência Pública na Câmara dos Deputados – “Transporte como Direito Social” e lançamento do projeto “MobCidades – Mobilidade, Orçamento e Direitos”. Evento no Facebook:  https://www.facebook.com/events/1453168021436969/?ti=icl  

Dia 19, às 19h. Seminário no Teatro Dulcina do Conic – “Diálogos Inspiradores sobre Direito à Cidade: Transporte como direito social”. Evento no Facebook: https://goo.gl/z9fzPe;

Dia 21, às 9h. Audiência Pública na Câmara Legislativa do Distrito Federal – “Mobilidade e Paz no Trânsito”.
Dia 21, às 19h. Exibição do Documentário “Bicicleta Brasil – Pedalar é um Direito” no Espaço Itaú de Cinema (CasaPark Shopping). Exibição do documentário sobre a campanha Bicicleta Brasil, quando cicloativistas pedalaram 1572 km entre Paraty e Brasília, em janeiro de 1998, em apoio ao novo código de trânsito brasileiro. Evento no Facebook: www.facebook.com/events/1716440075318341/ 

Dia 22. Metrô gratuito para aqueles que forem às estações de bike;
Dia 22 – Dia Mundial Sem Carro – Vá de Bike ao Trabalho!

Dia 22, 8h às 18h30. Vaga Viva no SCS, durante todo o dia 22. Responsável: Secretaria de Mobilidade do DF. Uma programação interativa para você! Vá lá conferir!

Dia 22, 18h30. Bicicletada. Saída da Vaga Viva no dia 22, stand da Embaixada da Holanda, concentração às 18:30h.

Dia 22. Lançamento online do vídeo realizado pela Associação Andar a Pé sobre as passagens subterrâneas do Plano Piloto. Participe da Vaga Viva e acesse a página https://www.facebook.com/andarapebsb/. Ajude a viralizar!

Dia 25, às 7h. Desafio Intermodal no dia 25, saindo às 7h da QE 7 do Guará. Organização: Rodas da Paz. O Desafio Intermodal avalia quais os meios de locomoção mais eficientes no meio urbano num dia comum. A proposta não é apenas medir a velocidade e quem chega primeiro, é avaliar o custo ambiental, econômico e social de cada meio de transporte. Em 20156 teve moto, carro, táxi, uber, carona, ônibus, bicleta fixa, metrô, pedestre e corrida. Evento no Facebook: https://goo.gl/FPVnwh 

Não fique de fora dessa Semana! Envolva-se e ajude a transformar nossa cidade!

Confira as apresentações feitas pela Rodas da Paz no Bicicultura 2017

Plenária final do Bicicultura 2017

A rodas da paz fez diversas apresentações no Bicicultura 2017, que aconteceu em Recife. De experiências envolvendo educação, advocacy, pesquisa e pedaladas, a troca e interação com outras iniciativas durante o evento foi muito rica.

A ex coordenadora Geral e atual diretora Administrativa, Renata Florentino, teve selecionada uma oficina sobre incidência em políticas públicas, chamada “No ouvido do prefeito”, onde mostrava casos bem e mal sucedidos de interlocução com o poder público no DF e a ferramenta de mapa de atores para priorizar ações e atores no processo de articulação.

Jonas Bertucci apresenta a Cartilha de Exercícios

O ex-presidente da ONG Rodas da Paz, e atual conselheiro Jonas Bertucci, participou do Bicicultura 2017 no Recife -PE, entre 7 e 10 de setembro. Jonas, contou da experiência da cartilha de exercícios multidisciplinares sobre mobilidade urbana que a Rodas da Paz lançou para ser trabalhada nas escolas de Ensino Médio. “ Em consonância com avaliações federais de desempenho, a cartilha elaborada pela Rodas da Paz oferece atividades para problematizar o cotidiano da turma, que estimulam a aplicação do conteúdo curricular. O Bicicultura foi um momento importante para difundir esse trabalho e discutir ações semelhantes no campo da educação que estão sendo realizadas em todo o país”, disse Jonas.

Raul Aragão apresenta as contagens de ciclistas

Raul Aragão, voluntário da Rodas da Paz, participou do encontro falando das contagens de ciclistas feitas no Distrito Federal, em parceria com o ITDP. “O Bicicultura é sempre um grande evento. Esse ano apresentei o projeto de contagens de ciclistas da Rodas da Paz, que está acontecendo em nove lugares do DF’, disse.

Raul aragão no pódio em 1º lugar no fixocult

O voluntário ressaltou ainda à experiência que foi participar das provas no evento. “No último dia pude participar de uma prévia das fixolimpiadas que vão ocorrer em novembro no Recife, onde competi com outros “fixeiros” em provas de skid, trackstand, Sprint, anticorrida e peanut. Ganhei alguns prêmios”, contou Raul.

Gustavo Rodrigues apresentou o projeto Bicicleta Livre da UnB

A participação da ONG não parou por aí, quem também participou do evento foi o voluntário Gustavo Rodrigues, que falou sobre o ‘Bicicleta Livre’ da UnB, um projeto de extensão que incentiva os alunos a usar a bicicleta como meio de transporte.
O Bicicultura, maior encontro nacional de mobilidade por bicicleta e cicloativismo, organizado pela sociedade civil, busca ser o expoente máximo da bicicleta em todas as suas vertentes: cultural, social, política, artística, econômica e ambiental.

O Bicicultura 2017 precisa de você!

Você conhece o “Bicicultura”?

É maior encontro nacional de mobilidade por bicicleta e cicloativismo! Ele acontece entre 7 a 10 de setembro na cidade do Recife.

A sua contribuição fará toda a diferença! Com apenas R$ 10,00 já é possível participar do financiamento coletivo. Ajude a arrecadar o restante da verba para realizar este evento da maneira como foi programado, contemplando os projetos selecionados e todas as atividades culturais e esportivas. Conheça as formas de ajudar aqui: https://benfeitoria.com/bicicultura

Participe!
Saiba mais: https://bicicultura.org.br/
#Bicicultura

Atividades marcam o Dia Nacional do Ciclista em Brasília (19/8)

Dia 19 de agosto é celebrado em todo o país o Dia Nacional do Ciclista, data em que se homenageia o biólogo brasiliense Pedro Davison, atropelado por um motorista embriagado e em alta velocidade no Eixão Sul. A data é celebrada desde 2007, como símbolo da justiça contra os crimes no trânsito e em defesa do uso da bicicleta. A data deve se tornar oficial ainda em 2017.

O Projeto de Lei que institui o Dia Nacional do Ciclista já foi aprovado na Comissão de Constituição de Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados e seguiu para o Senado, onde será relatado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF).

Nos dez anos passados, desde a instituição popular da data, o país ampliou seu número de ciclovias, contando com cerca de três mil quilômetros em 2016. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 6% da população do país faz seus deslocamentos diários de bicicleta. O Distrito Federal conta hoje com cerca de 420 quilômetros de ciclovia e tem cerca de 2% de seus deslocamentos feitos de bicicleta.

Entre as atividades que ocorrerão em Brasília na data estão um passeio ciclístico, cinema ao ar livre e a oficina de reparo para bicicletas.

Passeio ciclístico acontece nesse sábado (19/8) para celebrar o Dia Nacional do Ciclista e o Dia Nacional de Luta da População de Rua. A concentração será às 8h no Taguaparque. A iniciativa é do “Projeto Pedal Cidadão”, que é desenvolvido no Centro Pop de Taguatinga. O projeto tem como objetivo a capacitação de moradores de rua para trabalharem como mecânicos de bicicleta.

O Pedal Cidadão arrecada bicicletas novas, seminovas ou usadas e peças para seu conserto. As bicicletas são doadas às pessoas em situação de rua. Os interessados em conhecer e contribuir para o projeto podem fazer suas doações na própria unidade, na QNF 24, Área Especial, perto ao Senai ou ligar para os seguintes contatos: 3352 5098 e 3563 1046.

Rodas da Paz e Rede Globo repetem parceria na edição do DFTV Cidadão na Cidade Estrutural. Nos dias 18 e 19 de agosto, das 9h às 16h, as pessoas poderão levar suas bicicletas para fazer pequenos reparos na oficina mecânica itinerante. A Cidade Estrutural é a região Administrativa onde a população mais usa a bicicleta para ir ao trabalho, com 6% dos deslocamentos.

Já o Detran faz mais uma edição do especial Cine Pedal, no dia 18/8 em Samambaia, 19/8 na Cidade Estrutural (em frente ao restaurante Comunitário) e dia 20/8 no Recanto das Emas.

Confira as dez fotos mais curtidas do 15º Passeio Ciclístico com a hashtag #rodasdapaz

Veja aqui quem são os dez ganhadores do kit ciclista na loja Giro 66
A retirada dos kits deve ser feita na loja:

QND 30 Lote 42 Loja 01
Taguatinga Norte – CEP: 72120-300
Brasília – DF

1º Lugar 138 curtidas

https://www.instagram.com/p/BXOr141Dt9E/?tagged=rodasdapaz

2º Lugar 95 curtidas

3º Lugar 91 curtidas

4º Lugar 67 curtidas

Passeio ciclístico. #rodasdapaz

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5º Lugar 60 curtidas

https://www.instagram.com/p/BXLFcSElCvO/?tagged=rodasdapaz

6º Lugar 56 curtidas

7º Lugar 53 curtidas

8º Lugar 51 curtidas

#rodasdapaz

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9º Lugar 50 curtidas

https://www.instagram.com/p/BXLEysIlT52/?tagged=rodasdapaz

10º Lugar 50 curtidas

#RodasdaPaz

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GDF apresenta seu plano de ciclomobilidade e inaugura estação de bicicletas na UnB

O GDF lançou hoje (9/8) na Universidade de Brasília o seu plano de ciclomobilidade, parte integrante do programa de mobilidade urbana ”Circula Brasília” lançado em 2015.

De acordo com o governador Rodrigo Rollemberg, o programa tem “compromisso com a qualidade de vida da população de Brasília” e é um “programa de Estado, que prioriza o transporte coletivo e o não motorizado de forma integrada”. Dentro do pilar da mobilidade ativa, o principal ponto é superar a descontinuidade da malha cicloviária, composta atualmente por 420 km de extensão. Hoje são 70 km em obras e, até dezembro de 2018, mais 148 km devem estar licitados. A meta é o DF contar com 1200 km de ciclovia até 2023.

No lançamento, foi inaugurada uma das cinco novas estações de bicicletas da UnB.

Outro ponto do plano é proporcionar a integração com outros meios de transporte, especialmente os ônibus. De acordo com GDF, até fevereiro de 2018 dez terminais de ônibus estarão equipados com bicicletários e pontos de reparos. A manutenção dessas estruturas será de responsabilidade das empresas de ônibus.

Visando a integração com o metrô, o GDF irá ampliar as estações de bicicletas compartilhadas atendendo agora as cidades de Ceilândia, Taguatinga e Samambaia. O plano de ciclomobilidade é audacioso. Segundo o próprio Governador, Rodrigo Rollemberg, a intenção é mudar o cenário da mobilidade ativa e do respeito ao ciclista no DF. Veja o vídeo abaixo gravado no dia do evento pela Rodas da Paz: Quem se locomove de bike em Brasília verá o plano como a solução para grande parte das suas aflições. Porém, com apenas mais um ano de governo, será que ele sairá do papel?

Nos primeiros três anos muitos esforços na área de mobilidade por bicicleta foram feitos, como o mapeamento colaborativo das ciclovias existentes, o projeto Mobilidade Ativa, a licitação da ciclovia da EPTG e ótimas campanhas educativas. Mas tudo isso parece pequeno diante do aumento da tarifa de ônibus, que custa atualmente R$5,00 entre as cidades.

O exorbitante Trevo de Triagem Norte e os viadutos da EPIG ajudam a mostrar que a prioridade continua sendo o uso do automóvel. Por mais que os discursos defendam a mobilidade sustentável, o orçamento segue priorizando o insustentável.

Para que este plano de ciclomobilidade seja de fato implementado, cabe a nós cidadãos acompanharmos as decisões e cobrar o governo que as promessas apresentadas hoje sejam de fato cumpridas.

Quer saber mais sobre o plano?

Orientações aos participantes

E aí, bike pronta pra domingo? 
Aqui vão algumas dicas e lembretes pro nosso passeio ser muito bacana!

Camisetas
As camisetas deste ano ficaram lindas e podem ser adquiridas por apenas R$15. Quem não conseguiu comprar pela internet poderá comprar conosco em três oportunidades, sexta no Plano Piloto (Asa Sul), e sábado e domingo na Ceilândia.

SEXTA 28/7:
16h-20h na EQS 102/103 – sede da Rodas da Paz (edifício bandeirantes)
SÁBADO 29/7:
9h-16h na Estação de Metrô Ceilândia Centro
DOMINGO 30/7
8h-11h na Estação de Metrô Ceilândia Centro
Obs.: O passeio continua gratuito e aberto a todos! A compra da camiseta não é obrigatória, mas apenas um apoio para o desenvolvimento das atividades da ONG em nossa luta comum pela paz no trânsito.

No dia do Passeio
A concentração começa às 8h. O passeio sairá às 9h da estação de metrô Ceilândia Centro. Leve sua própria garrafinha d’água, haverá um carro da CAESB com caixa água para você se abastecer na concentração do Passeio!
Teremos ciclistas batedores, identificados com camiseta laranja, e apoio do DETRAN para garantir a segurança de todos, fique atento às orientações dadas pelos batedores e no carro de som!

Tente deixar o carro em casa e ir de metrô ou de bicicleta!
O metrô abre às 7h no domingo. E conseguimos que o metrô autorizasse excepcionalmente o transporte ilimitado de bicicletas dois últimos carros do trem.
Se for de metrô, aproveite que no domingo será possível comprar de dois cartões unitários para os usuários que estejam portando bicicletas.
É mais um atrativo para deixar o carro em casa! =)
Se for de carro, cuide da cidade, não estacione em cima da calçada ou grama e nem impeça o acesso a rampas de deficientes!

Parceiros
Este passeio só foi possível com o patrocínio do Grupo Ágil e SECOVI-DF, com o apoio do Laboratório Sabin, Rádio Transamérica, Rádio Cultura FM, Programa Trilha Certa, Administração Regional de Ceilândia, Escola VitaBhaya Yôga, Loja Giro 66, Loja Taguaciclo, Associação Médica de Brasília, nossos voluntários, os grupos de pedal e com sua participação, claro!
Use as hashtags #rodasdapaz e #vempracei nas mídias sociais!
Nossa página no facebook é https://www.facebook.com/rodasdapaz
e nosso instagram é o http://instagram.com/rodasdapaz

Trajeto
Vamos passar pela primeira vez pela Avenida Hélio Prates, que foi uma das primeiras vias a ter ciclovia no DF, já nos anos 70. Confira:

CicloAbraço,
Rodas da Paz

A camiseta do Passeio está linda e você pode ter uma!

imagem ilustrativa

No Passeio da Rodas além das camisetas gratuitas, distribuídas para as 100 primeiras pessoas inscritas, quem quiser pode adquirir a sua camiseta do Passeio por um valor simbólico de 15 reais (abaixo do custo de produção).

Chegamos nesta ideia de vender a camiseta e no preço sugerido a partir de uma pesquisa realizada com quem pedalou em 2015 com a gente. Em 2016 foram mil camisetas produzidas que esgotaram rapidinho, então corre pra garantir a sua esse ano!

O valor arrecadado ajuda a cobrir parte dos custos do passeio, que é quase todo feito de forma voluntária. Mais de 50 camisetas foram vendidas apenas no primeiro dia de inscrição. Esta colaboração vai nos ajudar e muito a fazer o Passeio com cada vez mais qualidade.

Começamos a divulgar o Passeio 2017 na semana passada e quem quiser ter a camiseta agora já pode reservar a sua no link abaixo.


Atenção: as camisetas não serão enviadas pelo correio. Elas serão entregues 2 dias antes do passeio, sexta feira no Plano Piloto na sede da Rodas da Paz e sábado na Ceilândia na estação de metrô Ceilândia Centro.

Entrega das camisetas
SEXTA 28/7:
16h-20h na EQS 102/103 – sede da Rodas da Paz
SÁBADO 29/7:
9h-16h na Estação de Metrô Ceilândia Centro

Pela nossa experiência, acreditamos que as camisetas podem esgotar antes do passeio, mas se sobrar algumas, a gente avisa e vende ao vivo no domingo, tá?

Posso ir ao Passeio da Rodas sem camiseta?

SIM, o passeio continuará sempre gratuito e aberto a todos! O que esperamos é que, com ou sem camiseta (você pode optar por não comprar), você participe e continue vestindo a camiseta “simbólica” da Rodas da Paz, participando das atividades que realizamos o ano todo. Só assim a ONG pedala pra frente e a nossa luta comum pela paz no trânsito pode avançar.
Vejas as atividades que a Rodas da Paz fez ao longo de 2016.

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Rodas da Paz faz assembleia e muda Coordenação Executiva

No dia 10 de junho de 2017 a Rodas da Paz realizou sua Assembleia Geral Ordinária tendo como pauta a (i) apresentação das atividades desenvolvidas nos dois anos da atual gestão (ii) apresentação resumida do balanço financeiro do período (iii) oficialização dos novos associados e (iv) eleição da(s) chapa(s) candidatas para a coordenação

O encontro ocorreu no espaço Co-Piloto na Asa Sul e contou com a presença de associados e ainda de Leandro Rocha, da Embaixada da Suécia, e de Bruno Botafogo, do movimento Brasília Ocupada, que fizeram propostas de parcerias para atividades em outubro e agosto de 2017, respectivamente.

O balanço das ações do período 2015-2017 foi feito por Renata Florentino e pode ser conferido na íntegra aqui. Entre os destaques estão o aumento no número de pessoas alcançadas pela ONG nas suas diversas atividades, como o Passeio, Doe bicicleta, Campanha de Associados e Formação de Voluntários, o lançamento de novos materiais e estratégias de comunicação e de incidência nas políticas públicas. Mas também foi pontuada a necessidade de aumentar a capacidade de mobilização interna da ONG entre seus voluntários para dar continuidade e sustentabilidade às suas ações e de repensar sua identidade visual. O balanço financeiro foi apresentado por Bruno Leite e pode ser visto aqui.

Após as apresentações, se realizou a renovação das pessoas a frente da ONG. São quatro postos na Coordenação Executiva previstos em Estatuto, mais o Conselho fiscal. Além destes postos, a ONG também se organiza em Grupos de Trabalho e Projetos, que podem ter pessoas diferentes a frente de cada um, que não precisam fazer parte da Coordenação Executiva para assumir a frente dessas atividades.

A nova coordenação executiva é composta por Bruno Leite como coordenador geral, Marcelo Sabóia como diretor de comunicação, Renata Florentino como diretora administrativa e Régis Oliveira como diretor financeiro. No conselho fiscal estão Luciana van Tol, Beth Davison e Rafael Stucchi.

Boa gestão para a nova coordenação e gratidão para a coordenação anterior!

Coletas do Doe Bicicleta

O projeto Doe Bicicleta fechou o primeiro semestre de 2016 tendo doado mais de 270 bicicletas para diversos projetos sociais. O patrocínio recebido pela Embaixada da Austrália foi fundamental para viabilizar doações para creches na Estrutural, para refugiados em parceria com a ACNUR e para comunidades quilombolas em Cavalcante (GO), entre várias outras que nos emocionaram e encheram de alegria.

Com esse ciclo do projeto encerrado vamos dar uma pausa nas coletas de bicicleta até captarmos novos recursos para as peças e mão de obra envolvidos nos consertos. Mas se você tem bicicleta para doar, ainda pode deixar no ponto de coleta mais próximo.

Caso você tenha mais de 5 bicicletas para doar, nos avise ([email protected]) que tentamos buscar mesmo nesse período de intervalo!

Para participar da campanha, veja as formas de ajudar:


COMO COLABORAR?


1- Doando recursos para a compra de peças e o conserto das bicicletas em 2017 (as doações financeiras são feitas por meio do sistema PagSeguro);

2- Doando bicicletas, tanto novas como usadas: deixe a bicicleta no grupo Escoteiro Moraes Antas no final da Asa Norte aos sábados a tarde (localização no mapa) ou na loja Taguaciclo em Taguatinga Sul (QSA 9 LOTE 1 LOJA, 1).

3- Conversando com o síndico do seu condomínio para que mobilize os moradores para doar as bicicletas abandonadas nos bicicletários, garagens e PCs de seu prédio (baixe aqui o cartaz da campanha e a carta ao síndico).


Desde 2015, a Rodas da Paz fechou parceria com o Grupo de Escoteiros Moraes Antas – GEMA, oferecendo um ponto de apoio para armazenar as bicicletas e receber doações espontâneas durante os sábados, entre 14h e 18h.  Para os interessados, o endereço do GEMA é SGAN 916 – Quartel do Corpo de Bombeiros (localização no mapa). A colaboração do grupo também está prevista para o conserto das bicicletas doadas com a realização de oficina básica de mecânica com os jovens escoteiros. É uma oportunidade para os escoteiros conquistarem especialidades, demonstrando habilidade com as bicicletas, e para a Campanha “Doe Bicicleta” ampliar seu alcance.

Em 2016, firmamos parceria foi com a loja Taguaciclo, que realiza eventos de incentivo ao uso da bicicleta regularmente em Taguatinga Sul.

PARCEIROS

 

Moraes Antas

 

bandeirantes

 taguaciclo  

transamerica