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Águas Claras discute Projeto Mobilidade Ativa

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Cerca de 50 pessoas estiveram presentes dia 27/08 em Águas Claras na reunião de apresentação do Projeto Mobilidade Ativa. Além de representantes da Associação de Moradores, muitos ciclistas e outros moradores da região tiveram oportunidade de conhecer um pouco mais do projeto e opinar sobre sua implantação na cidade.

A reunião foi conduzida pela Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth) e pela Administração Regional de Águas Claras. Também estiveram presentes representantes da Agefis, Detran e Polícia Militar.

Anamaria de Aragão, Diretora de Mobilidade da Segeth, iniciou a reunião fazendo uma apresentação do projeto. Em seguida, a reunião foi aberta às falas dos presentes. Dúvidas sobre o sistema de drenagem e calçadas de condomínio foram colocadas por aqueles que estavam tendo um primeiro contato com o projeto.

Representantes da Associação de Moradores questionaram a possibilidade de diminuição de vagas de estacionamento. A Associação também questionou a Segeth sobre a largura das vias, alegando que o espaço poderia ser insuficiente para abrigar ciclofaixas.

Um oficial de justiça, morador de Águas Claras, afirmou que vagas de estacionamento não deveriam ser prioridade da cidade: “Eu não sou ciclista, sou só morador, mas eu quero que meus filhos tenham o hábito de andar de bicicleta que eu não tive. A gente não pode desenhar a cidade para o carro e o que sobrar deixar pro ciclista e pro pedestre, tem que ser ao contrário. Vaga de estacionamento não deve ser preocupação na cidade que a gente quer.”

Na reunião foi anunciado que a Avenida Araucária será a primeira a receber a sinalização para ciclofaixa, aproveitando a obra de recuperação asfáltica que já está em andamento. Esse foi o terceiro encontro em Águas Claras para apresentar e discutir o projeto. O primeiro foi uma vistoria técnica nos arredores do metrô Águas Claras, e o segundo, um encontro na Administração Regional.

Conheça o projeto previsto para Águas Claras e outras cidades do DF aqui. 

Conheça o Ciclowatch, o aplicativo sobre o uso da bicicleta no Brasil

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Lançado no dia 6 de julho, o Ciclowatch é um aplicativo colaborativo para geração de estatísticas sobre o uso da bicicleta em todo o país. A coleta de dados é feita de forma anônima e qualquer um pode colaborar.

Para participar, além de instalar o aplicativo, é preciso criar uma conta no Strava ou RunKeeper – e usar um desses apps na hora de pedalar. A cada pedal concluído, o sistema analisa automaticamente os dados.

Em menos de dois meses o aplicativo já coletou mais de 40.000 km pedalados em todo o país. Cada quilômetro rodado gera dados estatísticos que poderão ser compartilhados com prefeituras e organizações não governamentais, permitindo direcionar investimentos e atenção para onde mais precisa. O reconhecimento dos trechos de ciclovia que cada ciclista passou é automático e o aplicativo também calcula quanto do trajeto foi percorrido fora de ciclovias

Um dos objetivos do projeto é disponibilizar aos usuários sugestões de rotas que privilegiem a segurança do ciclista, analisando o histórico do percurso que outros ciclistas estão fazendo. A disponibilização dos dados coletados será gratuita aos interessados e preservará sempre a privacidade daqueles que utilizarem o aplicativo.

O Ciclowatch é gratuito e está disponível para: Android (http://tinyurl.com/ciclowatch-android) e iPhone (http://tinyurl.com/ciclowatch-iphone).

Encontro debaterá implantação do Projeto Mobilidade Ativa

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A cidade de Águas Claras está prestes a passar por uma importante transformação com a proposta de implantação do Projeto Mobilidade Ativa, que está sendo desenvolvido pela Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth). O objetivo é oferecer soluções que permitam o deslocamento seguro a pé e de bicicleta por toda a cidade, até às estações do metrô, comércios, parques e residências. Estão previstas intervenções como a recuperação de calçadas, criação de uma malha cicloviária nas principais avenidas e de zonas 30 (com velocidade máxima de 30km/h).
Visando promover a participação social, a Administração Regional de Águas Claras, junto com a Secretaria de Gestão do Território e Habitação (Segeth), realizará uma reunião aberta para discutir detalhes do projeto, debater sua implantação e ouvir os moradores e entidades civis organizadas de Águas Claras.
O encontro ocorrerá na próxima quinta-feira (27), às 18h30, no salão de eventos do Colégio La Salle e a participação da comunidade é fundamental para o projeto.

 

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Vai começar em Brasília a etapa de uma importante pesquisa para ciclistas de todo o Brasil. Como parte da Parceria Nacional pela Mobilidade por Bicicletas, a Pesquisa Nacional Perfil do Ciclista, prevê um mapeamento do perfil dos usuários de bicicletas como meio de transporte no ambiente urbano.

A pesquisa acontecerá em 10 cidades brasileiras (São Paulo, Rio, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Manaus, Aracaju e Niterói) e levantará alguns dados como idade, renda, frequência que costuma utilizar a bicicleta como meio de transporte, motivações para o uso da bicicleta, hábitos e problemas enfrentados por esses ciclistas. Além do perfil do usuário, o questionário também traz questões complementares de avaliação da estrutura cicloviária.

Os entrevistados serão homens e mulheres acima de 12 anos, que utilizam a bicicleta como meio de transporte pelo menos uma vez por semana, e que estejam utilizando, estacionando ou empurrando uma bicicleta, no momento da coleta de dados.

Em Brasília,  além do questionário nacional padronizado, a Rodas da Paz também aplicará questões complementares para que o ciclista brasiliense avalie a estrutura cicloviária dos percursos que realiza no seu dia a dia.

Ainda existem poucos dados sobre o uso da bicicleta como meio de transporte urbano no Brasil. Com esta pesquisa, um conjunto grande de informações estará disponível, servindo como subsídio para uma agenda de ações que promovam o uso da bicicleta – podendo ser utilizado tanto por entidades da sociedade como por gestores públicos. Esses dados poderão, assim, fortalecer a defesa por políticas públicas de mobilidade sustentável.

A pesquisa conta com o apoio do Itaú e é uma iniciativa da Associação Transporte Ativo (RJ) em parceria com as organizações: UCB (União de Ciclistas do Brasil), CicloCidade (São Paulo), Mobicidade (Porto Alegre), BH em Ciclo (Belo Horizonte), Ameciclo (Recife), Bike Anjo (Salvador), Ciclo Urbano (Aracaju), Pedala Manaus, Mobilidade Niterói, PROURB, Observatório das Metrópoles, ITDP Brasil (Instituto de Políticas de Transporte & Desenvolvimento), além da Rodas da Paz, que conduzirá a pesquisa no DF.

Por isso, atenção ciclistas! Se você avistar um entrevistador de colete, não se acanhe! Sua entrevista será muito importante para todos nós!

 

 

Dia do Ciclista é celebrado em Brasília

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O Dia Nacional do Ciclista,19 de agosto, será comemorado em todo o país, por iniciativa dos diversos grupos de cicloativismo e grupos de pedal. No Distrito Federal, o movimento é puxado pela ONG Rodas da Paz, que fará uma homenagem às pessoas que pedalam com dois pontos de café da manhã, com frutas oferecidas pelo Comércio Verde.

A Rodas da Paz organizará uma tenda com café da manhã para quem segue de bicicleta para a Esplanada dos Ministérios, perto da Catedral de Brasília. E o outro café da manhã será oferecido na passarela da Estrutural, comunidade que tem diversos projetos de promoção do uso da bicicleta em parceria com o Coletivo da Cidade. Este ano, a Rodas da Paz contará com o apoio do Detran-DF que distribuirá brindes para quem usa a bicicleta como meio de transporte nos dois pontos de café da manhã. O café terá início às 07h30 e estará disponível até às 09h.

Na edição de 2015, o Dia Nacional do Ciclista é dedicado aos familiares dos ciclistas Edimar Gomes e Saturnino Aguiar Júnior, ambos em coma atualmente. Edimar Gomes foi atropelado no Gama em 19 de janeiro de 2015 pelo motorista inabilitado Ronaldo Amaral, e Saturnino foi atropelado no Park Way no dia 5 de junho, por motorista que fugiu sem prestar socorro e ainda não identificado.

O Dia Nacional do Ciclista marca a data em que a população do Distrito Federal se mobilizou por um crime cometido no trânsito, contra a vida de um ciclista. No dia 19 de agosto de 2006, na altura da 113 Sul, onde hoje está fixada uma bicicleta branca (ghost bike), o biólogo Pedro Davison, ciclista, pai de uma menina, foi atropelado e morto por um motorista que dirigia embriagado e em alta velocidade na faixa presidencial do Eixão. Diversas mobilizações feitas a época, puxadas pela Rodas da Paz, colaboraram para se exigir a punição do motorista responsável por sua morte.

O contador Leonardo Costa atingiu Pedro Davison na faixa presidencial, local em que é proibido circular com veículo automotores. O motorista trafegava bem acima da velocidade permitida para o local, que é de 80 km/h – segundo constatou a perícia – depois de ter sido visto por testemunhas consumindo bebida alcóolica em um posto de gasolina. Pedro Davison receberia o diploma de biólogo pela Universidade de Brasília na semana seguinte a sua morte.
Em 2010, Leonardo Costa foi condenado pelo Tribunal do Júri a seis anos de prisão, em regime semiaberto, por homicídio com dolo eventual, decisão até então inédita para esse tipo de caso.

Café da manhã pelo Dia Nacional do Ciclista
Locais: Esplanada dos Ministérios (perto da Catedral) e Passarela da Estrutural
Horário: 07h30 às 09h

 

 

Rodas da Paz participa de vistoria técnica do Projeto Mobilidade Ativa

No último sábado a Rodas da Paz esteve em Águas Claras participando da vistoria técnica do Projeto Mobilidade Ativa no entorno das estações de metrô.

O projeto, de iniciativa da Secretaria de Mobilidade-SEMOB e Secretaria de Gestão do Território e Habitação-SEGETH, visa a integração dos diferentes modos de transporte, priorizando o incentivo ao uso do transporte coletivo.

A vistoria teve como foco analisar os locais que passarão pela sinalização viária e que contarão com ciclofaixas e zonas 30. Além da Rodas da Paz, também estiveram presentes representantes da SEGETH, SEMOB, Pedal Noturno e Associação de Moradores e Amigos de Águas Claras.

Para Anamaria de Aragão, Diretora de Mobilidade da SEGETH, a vistoria concretizou um espaço importante de diálogo com a comunidade. “A participação da Associação foi um ponto fundamental pois possibilitou dialogarmos não só com os movimentos organizados de ciclistas, mas também com a população local. A própria Associação entendeu a importância do projeto para solucionar os problemas de mobilidade em Águas Claras”, afirmou a Anamaria.

Ao final da vistoria a Associação sugeriu ao projeto que se façam fiações subterrâneas e a Rodas da Paz deixou como sugestão a sinalização adequada dos cruzamentos.

Os participantes consideraram a vistoria extremamente positiva, pois além do levantamentos dos dados técnicos, permitiu que a população conhecesse melhor o projeto.

20150810105206 20150810105206 (2)20150810105206 (1) Vistoria é acompanhada por membros de diversos  movimentosVistoria foi acompanhada por membros de diversos movimentos.

Contagem de ciclistas na EPTG: veja o resultado

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A Rodas da Paz realizou contagem de ciclistas na EPTG no dia 8 de julho de 2015, para mostrar a demanda já existente por infraestrutura cicloviária na via. Mesmo sem segurança, numa via de alta velocidade e tráfego, mais de 200 ciclistas foram visto num dia com chuva pedalando pela EPTG. Das 6h da manhã às 20h da noite, os voluntários se revezaram para fazer a contagem e o registro fotográfico da pesquisa na passarela da saída do Guará na EPTG, nos dois sentidos da via.

Dia 12 de agosto agora vamos fazer contagem na Ponte do Bragueto, quer ajudar? Coloque seu nome aqui: http://migre.me/r7Cl0 Estamos utilizando a metodologia disponibilizada pela Associação Transporte Ativo nessas contagens.

O relatório completo da contagem da EPTG você vê aqui. Dos 226 ciclistas contados, 77% tinham como finalidade do deslocamento a mobilidade, e 23% treino esportivo. Apenas 1% dos ciclistas contados nesse dia era do sexo feminino (3 mulheres), sendo que a presença feminina costuma ser representativa da percepção de segurança num trajeto, mostrando como a EPTG é vista como uma via perigosa para ciclistas. Inclusive, 61% dos ciclistas contabilizados estavam de capacete, percentual considerável comparado a contagens realizadas em outras cidades do país, onde o uso desse equipamento costuma ser menor.

O horário de maior frequência de ciclistas foi das 7h às 8h da manhã, e a distribuição de ciclistas de acordo com o horário e sentido de destino mostra a questão da habitação-trabalho presente no fluxo em direção ao Plano Piloto, bairro que concentra 47% dos postos de trabalho do DF e onde reside apenas 8% da população.

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Essa contagem faz parte da campanha que a Rodas da Paz vem fazendo em relação à necessidade de ciclovia na EPTG. Contabilizar a demanda existente é importante inclusive para se fazer nova medição após a existência de ciclovia e perceber a demanda reprimida que havia de pessoas que querem se deslocar hoje de bicicleta mas ainda não o fazem por não se sentirem seguras de pedalar junto aos carros com velocidade de 80 km/h.

Saiba porque defendemos a ciclovia na EPTG aqui.

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Amostra do registro fotográfico da contagem:

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Uma chance para as magrelas – artigo Correio Braziliense

LEONARDO MEIRELES

[email protected]

publicado em 3 de agosto de 2015

A questão de o viaduto do Sudoeste não contemplar uma ciclovia tornou-se uma discussão ampla sobre a mobilidade no Distrito Federal. Afinal, não considerar a existência da faixa exclusiva em uma obra que será tão importante par ao trânsito da cidade – levando em conta a grandeza do Corredor Oeste – é ignorar a força que o meio de transporte tem hoje no globo. Não apenas do ponto de vista ambiental, mas econômico e humano, uma vez que se abre a oportunidade para o crescimento da indústria ciclística e afins e para a fuga de hospitais e doenças da ociosidade (desde que o exercício físico seja realizado com bom-senso e orientação). O resultado de dar mais espaço para carros nas ruas já é conhecido por todos nós.

Não sou contra a construção do Corredor Oeste e duvido muito que algum defensor das ciclovias seja. O problema é o pensamento tacanho de integrantes do poder público, cegos a ponto de não ver que a aparição de faixas exclusivas nos últimos anos diminuiu o número de mortes nas vias do DF. Em nove anos, despencou de 66 para 22 o número de óbitos envolvendo ciclistas. Com seus 420km, a malha cicloviária da capital já é a terceira maior do mundo, atrás apenas de Berlim e Nova York. Se não é tão importnte, por que despender tanto dinheiro?

Júlio César Peres, secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos do DF, afirmou, em entrevista ao Correio, que passagens subterrâneas podem servir para os ciclistas atravessares do Sudoeste ao Parque da Cidade e vice-versa, como se bicicletas e pedestres pudessem dividir espaços sem sobrar para o mais fraco. Disse também que “a ciclovia não é feita para grandes distâncias”, sem ter o cuidado de pesquisar que existem pistas contínuas no Rio de Janeiro e em São Paulo que chegam a 42km.  E todas bem utilizadas.

Pois bem, a ONG Rodas da Paz organizou uma contagem de ciclistas em 8 de julho, no horário das 6 às 20h, no trecho da EPTG entre o Guará e o SIA. Passaram por ali 226 usuários, sendo que 77% utilizavam o meio como transporte e 23%, como treinamento. O estudo, coordenado pelo engenheiro Rafael Stucchi, apontou também pontos interessantes para a segurança do próprio ciclista, como o uso do capacete e as pedaladas realizadas na contramão.

Repito o número: 226 usuários em um trecho sem ciclovias. Como seria com elas? Melhor se bikes e carros pudessem conviver de forma saudável. Perfeito se existissem mais corredores exclusivos para ônibus (que carregam muita gente). Um sonho imaginar o metrô com mais vagões e atingindo pontos mais distntes no DF. Mas a mentalidade dos motoristas pode nunca mudar; as empresas de coletivos sofreram um grande pente-fino e continuaram oferecendo um serviço de péssima qualidade; e o metrô tende a ser extremamente caro. Por isso, que tal dar uma chance para as magrelas? Que tal ao menos pensar que elas existem e são utilizadas no mundo inteiro como uma das soluções para o trânsito?

 

Rodas da Paz divulga o guia “Bicicleta na Mídia” no Correio Braziliense

A Rodas da Paz visitou a Redação do Jornal Correio Braziliense na última sexta-feira (31/07). Na visita foram entregues kits com camisetas, adesivos e cartões de agradecimento à todos os jornalistas e fotógrafos que cobriram o XIII Passeio Ciclístico da Rodas da Paz.
Em encontro com Ana Dubeux (Editora-Chefe do Correio) e Cristine Gentil (Revista do Correio), Renata Florentino saudou o jornal pela iniciativa e destaque que têm dado às pautas relacionadas à bicicleta e mobilidade urbana. A ONG reforçou a importância desse espaço na mídia para conscientizar a população sobre um trânsito mais seguro, não só para ciclistas, como também para pedestres e motoristas.

Renata Florentino (Rodas da Paz), Ana Dubeux (Editora-Chefe do Correio), Cristine Gentil (Revista do Correio) e Jonas Bertucci (Rodas da Paz).

Renata Florentino (Rodas da Paz), Ana Dubeux (Editora-Chefe do Correio), Cristine Gentil (Revista do Correio) e Jonas Bertucci (Rodas da Paz).

Além dos kits de agradecimento, a Equipe do Correio também recebeu em primeira mão o guia “Bicicleta na Mídia”, material elaborado pela Coordenação da Rodas da Paz para auxiliar jornalistas que pretendem cobrir pautas sobre a bicicleta e mobilidade.

  

Os jornalistas Luiz Calcagno, Adriana Bernardes, Carolina Samorano e o fotógrafo Antônio Cunha receberam nosso guia das mãos de Renata Florentino, coordenadora geral da Rodas da Paz. Quem quiser consultar o material, sendo jornalista ou não, também pode baixá-lo aqui

O guia traz dados sobre o uso da bicicleta no DF e no Brasil, informações sobre legislações relacionadas à mobilidade sustentável, dicas de expressões mais adequadas para a cobertura jornalística e várias curiosidades sobre bicicleta!