Arquivo mensais:dezembro 2013

Revista Velô exalta a cultura da bicicleta

Captura de Tela 2013-12-29 às 11.48.45Lívia AraújoVá de Bike

Já está em circulação, em Porto Alegre, o primeiro número impresso da Revista Velô, dedicada a retratar a cultura da bicicleta e seus usuários. Com 60 páginas e periodicidade bimestral, além de ter distribuição gratuita em diversos estabelecimentos comerciais da capital gaúcha, ela pode ser folheada online.

De acordo com as publishers Lina Colnaghi e Sabrina Silveira, que editam a Velô, o objetivo da revista é inspirar e oferecer um conteúdo focado na bicicleta, seja como meio de transporte ou de lazer, além de conquistar mais adeptos à vida sobre duas rodas. “Queremos mostrar como a bicicleta pode tornar as cidades mais humanas”, explica Lina, pontuando que a Velô busca trazer histórias inspiradoras, reportagens sobre o mundo da bike, entrevistas, dicas, cultura e arte.

Elas e outros colaboradores assinam as matérias da revista que conta, ainda, com a coluna Porto Alegre Cycle Chic, com registros da fotógrafa Deb Dornelles, e seções com dicas de conduta no trânsito, novidades em produtos e serviços relacionados à bicicleta, entre outras.

Além da revista, as editoras estão planejando o desenvolvimento de um aplicativo para leitura da Velô em tablets e smarphones, além da promoção de encontros e experiências para difundir a bicicultura. “A distribuição impressa ainda é focada no Rio Grande do Sul, mas o conteúdo não é restritivo, por isso a revista é liberada na internet para que todos os interessados tenham acesso. Nossa expectativa é abranger mais cidades da região Sul no ano que vem”, adianta Sabrina. Os locais onde a revista é distribuída em Porto Alegre podem ser conferidos na página da revista no Facebook.

Fonte: Vá de Bike

Site: Revista Velô, número 1

Transporte na contra-mão da mobilidade

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Por Iran Magno

O planejamento de transportes é um grande passo em um país que tem por hábito se planejar pouco. Mas, infelizmente, nem sempre isso se traduz em melhorias à qualidade de vida da população.

Isso fica bem claro no perfil de municípios brasileiros de 2012 (MUNIC 2012), publicado em 03/07/2013 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O documento investigou a organização interna e os serviços de transporte de todos os 5.565 municípios brasileiros e destaca que a forma tradicional de ação da maior parte das prefeituras não é integrada à gestão de trânsito, circulação viária e participação popular na formulação de políticas.

Quando se fala de participação popular, por exemplo, o MUNIC aponta que apenas 6,4% dos municípios têm conselhos municipais de transporte – organismos de representação da sociedade civil.

Já em relação a um plano estruturado de transporte, o total é ainda menor, com apenas 3,8% das nossas cidades na conta final. O texto ainda menciona a importância de se estabelecer diretrizes integradas quando se pensa em priorizar o transporte coletivo e de pedestres.

Desde 2012, foi estabelecida a Política Nacional de Mobilidade Urbana. Ela define que todas as cidades brasileiras com mais de 20 mil habitantes devem apresentar um plano de mobilidade urbana, que priorize o transporte não motorizado (bicicletas e ciclovias, calçadas etc) e coletivo. Tudo isso com a devida participação da população.
Está na hora de pensar a mobilidade além das soluções tradicionais, que normalmente privilegiam o automóvel. Para isso, precisamos de soluções que promovam a diversificação e integração dos meios de transporte, assegurem a todos o direito de ir e vir e ofereçam mecanismos de controle de poluição e emissões de gases de efeito estufa.

*Iran Magno é da campanha de Clima e Energia.

Fonte: Greenpeace

Ponha seus sonhos para pedalar em 2014

Retrospectiva 2013 Rodas da Paz

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2013 foi um ano especial para a Rodas da Paz. Foi quando a entidade completou dez anos de atuação em prol de um trânsito mais seguro para todos e do uso da bicicleta como meio de transporte. Foi quando a atual diretoria tomou posse, quando aconteceu nossa primeira formação de voluntários, conseguimos uma nova sede e quando realizamos o maior passeio ciclístico da história do DF, com mais de 5 mil participantes.

 Foi um ano de reconhecimento pelo trabalho já feito, como a Cerimônia da Troca da Bandeira onde a Rodas da Paz foi homenageada pelo Exército Brasileiro, e também de realização de novos trabalhos e novas parcerias, como o bike-valet feito durante os festivais Porão do Rock e GreenMove.

A Rodas da Paz foi chamada pela Organização Pan Americana de Saúde para debater a questão da segurança viária, e logo depois foi escolhida pelo Ministério das Cidades como a ONG brasileira a pautar a questão dos ciclistas no evento em Memória das Vítimas do TrânsitoAtendemos também dezenas de chamados da mídia (rádio, jornais impressos e televisão) para ajudar a esclarecer e informar a população.

 A Rodas da Paz continuou com sua atuação positiva, oferecendo exemplos e contribuindo para a promoção do uso da bicicleta, através de parcerias para a instalação e uso de paraciclos em estabelecimentos comerciais, através do ensino gratuito sobre o uso da bicicleta em parceria com o projeto Bike Anjo, da manutenção gratuita de bicicletas na Estrutural com a ação Pimp My Bike e com a já tradicional campanha Doe Bicicleta, realizada sempre ao final do ano.

A atuação cidadã da ONG contou ainda com nossa participação na Conferência das Cidades: na etapa distrital apresentamos propostas e elegemos dois delegados para a etapa nacional. Mantivemos sempre um canal de diálogo aberto com o poder público, colaborando com a elaboração de conteúdo de materiais educativos com o DER, participando de blitz educativa com o DETRAN, comparecendo às reuniões do Fórum de Mobilidade por Bicicleta do DF e exigindo participação da sociedade civil no processo de formulação e avaliação das políticas públicas, com a carta reivindicando a criação do Conselho de Mobilidade e Acessibilidadeassinada por mais de 30 entidades e entregue ao Secretário de Transportes e ao Governador do DF.

Acreditamos que a população tem direito de usufruir da cidade, e assim como fizemos em 2007, em 2013 a Rodas da Paz também se posicionou em defesa do Eixão do Lazer, e da implementação de ruas de lazer em outras cidades do DF, com a campanha #ocupaeixão e a organização de diversas atividades na semana do Dia Mundial Sem Carro, como o desafio intermodal

 Sabemos que ainda há muito por fazer. Prova disso são as ghost bikes instaladas esse ano no DF, em memória de Igor Torres, Carol ScarteziniLuis Fernando e José Ribamar, simbolizando também as vítimas anônimas de um trânsito cada vez mais motorizado, violento e congestionado. Outra prova foi o Tribunal de Contas do DF ter embargado as obras das ciclovias, mostrando que não basta ter centenas quilômetros de ciclovia sendo anunciados pelo governo se eles não forem acompanhados de planejamento e execução de qualidade. Diversas falhas do projeto das ciclovias já haviam sido identificadas pela Rodas da Paz, em suas vistorias cidadãs.

Para conseguir autonomia financeira para ONG continuar com seu papel independente de fiscalizar o poder público, a Rodas da Paz abriu sua lojinha, onde produtos que promovem o uso da bicicleta são vendidos. Todo o recurso arrecadado vai para as atividades sociais da ONG.

 Fizemos muito e queremos fazer ainda mais pelo DF em 2014, quando nossos próximos governantes e representantes serão escolhidos. Contamos com seu apoio nesse caminho.

Para fazer uma doação em nossa conta do Banco do Brasil, anote os dados:
Agência: 2944-0
Conta Corrente: 13.829-0

Para se associar a Rodas da Paz, clique aqui.

 Em 2014, ponha seus sonhos para pedalar.

CicloAbraços,
Rodas da Paz

Veja previsões para o transporte público e mobilidade urbana de Brasília em 2030

600kmciclovias-dftvDoze anos após a inauguração do metrô, grande parte do Distrito Federal não tem, sequer, os trilhos construídos. O sistema rodoviário tem ônibus novos, mas os passageiros reclamam de atrasos e do número insuficiente de veículos.

Assista a matéria aqui.

Fonte: Bom Dia DF

Ciclista do Pedala Mais é atropelada por veículo oficial

Condutor da Força Aérea Brasileira desrespeita normas de preferência de passagem e fecha bicicleta

Laís Marinho

Em usual dia de treino com o grupo Pedala Mais, a ciclista Luana Pereira Gagliardi não contava que iria parar a noite no hospital. Devido à chuva do dia 26/11, a ciclista e mais três amigos do pedal resolveram dar meia volta e não seguir o comboio, como medida de segurança. Porém, logo na altura do último Ministério, sentido rodoviária, um carro oficial ignorou a velocidade da ciclista e entrou na via, colidindo com a bicicleta.

Segundo relato da Luana, mesmo “apertando com todo vigor os freios da bike”, não conseguiu evitar o que o motorista poderia ter evitado, isto é, a colisão. A ciclista foi ao chão e, em seguida, saíram quatro homens, sendo três deles fardados. A primeira coisa que fizeram, contudo, foi retirar o carro do local do acidente para, em seguida, remover a ciclista para a calçada, ignorando princípios dos primeiros socorros, que diz que a vítima deve ser movimentada o menos possível.

Luana foi levada ao hospital pela ambulância do Corpo de Bombeiros e após atendimento, constatou que os responsáveis pelo seu atropelamento não demonstraram preocupação em saber como ela estava. Não fossem os seus amigos, ela não saberia dizer quem teria levado sua bicicleta para um lugar seguro (se é que seria “seguro”).

A ciclista “não condena nem culpa a Força Aérea Brasileira”, mas faz um alerta, pois foi atropelada por um veículo oficial, que serve a entidades de estado, que por sua vez estão a serviço do cidadão. Mesmo tendo sido procurada em seguida por um Major e duas Tenentes da FAB, houve desrespeito por parte daqueles que deveriam dar exemplo, então é preciso que medidas sérias sejam tomadas.

Desrespeito ao Código de Trânsito

Além do princípio de que maiores devem zelar pelos menores e os motorizados pelos não-motorizados, o Código de Trânsito Brasileiro prevê que motoristas não devem fechar bicicletas:

Art. 38. Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá:

(…)

Parágrafo único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem.

A Rodas da Paz não é contra a utilização de carro, mas defende um trânsito seguro para todos. Por isso, ame e não atropele a vida de quem está poupando ar puro para você. Dirija com consciência e não faça da sua farda um motivo para ser fora da lei.

#maisamor, menosmotor

Carta à Sociedade: Juntos, poderemos salvar milhares de vidas

“Juntos, poderemos salvar milhares de vidas”

Meu nome é Christianne Costa, tenho 51 anos, sou mãe de quatro filhos. Sou moradora do Guará desde 1982, quando me casei.

Criei meus filhos no Guará e me entristeço por perceber que o descaso com a segurança pública tem sido uma constante. Mas vou me ater à Segurança Viária.

Trabalho com educação de trânsito há 22 anos e, não vejo outra opção para nós, se não a prevenção e fiscalização para que os condutores sejam mais “conscientizados” de seu dever com a civilidade.

Em vários pontos do Guará I e II ainda ocorrem os pegas, rachas, ou disputas de corridas por espírito de emulação, como queiram.

Desde 2012 foram encaminhados e-mails a todos os deputados distritais, pelo meu filho Gustavo Gomes, também morador do Guará II, relatando um problema URGENTE que acontece no Guará e solicitando o empenho para solucionar a questão de segurança.

Trecho da carta enviada aos deputados distritais em 21/03/2012:

“Remeto esta carta à Vossas Excelências para solicitar o apoio e a intercessão de um de vós com relação a um assunto que muito tem atormentado a vida dos cidadãos moradores do Guará II.

Na avenida central do Guará II, os veículos trafegam em altíssima velocidade, dia e noite. Para os pedestres, é um perigo atravessar na faixa, mesmo sendo sinalizadas com os novos semáforos exclusivos de faixa de pedestres. Para os moradores, é um tormento ter que dormir com o ruído excessivo do tráfego dos automóveis e motocicletas.

Tentei entrar em contato com o DETRAN-DF para solicitar a instalação de aparelhos de fiscalização eletrônica ou quebra-molas, mas a burocracia é tão grande que inviabilizou minha solicitação.

Gostaria que fossem instalados alguns “pardais” e/ou quebra-molas ao longo desta avenida, preferencialmente na altura da QI 27, onde existe um grande trecho em linha reta e os veículos aproveitam para acelerar ao máximo. Conto com o auxílio de Vossas Excelências para solucionar este problema.”

Carta enviada hoje aos deputados distritais – 09/12/2013:

“Bom dia!

Vos escrevo novamente para solicitar vosso auxílio na solução de um problema que, a meu ver, o poder público não faz questão de solucionar.

No dia 21/03/2012, ou seja, há exatos 628 dias, eu enviei um e-mail relatando uma situação que a população do Guará II convive todos os dias. Na avenida central do Guará II, os veículos trafegam em altíssima velocidade. 

O trecho compreendido entre o Edifício Consei, na QI 31, e o comércio local da QI 23 tem aproximadamente 2,2 km de extensão. Neste trecho existe um posto policial na altura da QI 27, mas pelo que me consta, este posto está desativado já que não vejo a presença de policiais militares a bastante tempo. A 4ª Delegacia de Polícia também está localizada neste trecho, na altura da QE 17. Em toda a extensão do trecho citado, existem apenas dois quebra-molas em cada sentido, todos localizados na proximidade da 4ª DP. Ou seja, no trecho restante, motoristas imprudentes podem abusar da velocidade em seus carros e motos, dirigindo imprudentemente sob efeito de álcool e drogas, certamente. 

No dia 28/06/2012, eu enviei outro e-mail reiterando meu pedido. Na época eu citei que “Um acidente automobilístico era questão de tempo para ocorrer”. 

Ontem à noite, um acidente automobilístico tirou a vida de um ciclista que trafegava próximo à QI 23. Encaminho o link da matéria veiculada hoje pela manhã no telejornal Bom Dia DF, da Rede Globo: http://g1.globo.com/videos/distrito-federal/bom-dia-df/t/edicoes/v/ciclista-morre-atropelado-no-guara-2/3006161.

Até quando os moradores do Guará II deverão conviver com a falta de compromisso dos órgãos que deveriam servir à comunidade? Até quando deveremos dormir com a incerteza de que nossos filhos, parentes, vizinhos também chegarão em casa? Até quando?

Lamento muito por não poder fazer o trabalho que cabe a cada um de vocês!”

Certamente isso ocorre em outras localidades, então por que não começarmos a trabalhar de forma mais efetiva para que sejam evitados os transtornos oriundos de uma política fraca e permissiva.

Tão pouco foi solicitado! Tão simples de resolver! Lombadas eletrônicas, ondulações transversais, pardais…

Não esperem perder alguém de suas famílias!

A Assembleia Geral das Nações Unidas, através de Resolução A/RES/64/255, publicada no dia 02 de março de 2010, proclamou o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”.

A resolução foi elaborada com base em estudos da Organização Mundial de Saúde que estimou, em 2009, cerca de 1,3 milhões de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Recomenda aos países membros a elaboração de um plano diretor para guiar as ações nessa área no decênio, tendo como meta de estabilizar e reduzir em até 50% os acidentes de trânsito em todo o mundo.

Aqui no Brasil temos o Parada, do Ministério das Cidades, temos o engajamento de diversas Organizações Não Governamentais, associações de bairros, entre outras iniciativas que estão trabalhando duro para que consigamos bater a meta de redução de 50% do número de mortes no trânsito.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) coordena os esforços globais ao longo da Década e monitora os progressos a níveis nacional e internacional. A agência também oferece apoio às iniciativas que têm objetivos como a redução do consumo de bebidas alcoólicas por motoristas, o aumento do uso de capacetes, cintos de segurança e a melhoria dos atendimentos de emergência.

Na noite de 08 de dezembro próximo passado, ocorreu um acidente com proporções trágicas.
Um condutor alcoolizado, em alta velocidade atropelou e matou um ciclista que trafegava em frente ao meu prédio, na QI 23, Guará II.

O caso foi motivo de revolta para os moradores locais, mas, infelizmente, amanhã já o terão esquecido. Mas não eu! Não as famílias envolvidas. Não o condutor!!!

A imprensa noticiou. Mas o José será mais um número na desumana estatística.

Pensem na ferida aberta no seio destas famílias! No desgaste emocional, e por que não citar, o financeiro, de uma perda prematura de um ente querido.

Não é mais possível fingirmos que não estamos vendo, e continuarmos contabilizando as vítimas de morbimortalidade.

Qualquer número de mortes diferente de zero é inaceitável! Pensem nas famílias envolvidas…

Peço-lhes o cuidado que a situação inspira. Peço-lhes a atenção que não foi devidamente dispensada há vários anos.

O Distrito Federal é referência na questão da travessia na faixa de pedestres. E foi com trabalho duro e persistente que isso aconteceu.

Que tal vocês, os que “podem”, os que “mandam”, os que regulamentam as leis, começarem a trabalhar em prol de uma Segurança Viária?

Aos jornalistas, peço-lhes que criem pautas positivas no intuito de prevenção. Não deixem para noticiar somente os óbitos.

Aos pais, lembremo-nos que o seu exemplo é a mola propulsora de uma sociedade mais sadia. Devemos nos orgulhar dos exemplos que damos aos nossos filhos e familiares.

Aos educadores de trânsito, rogo para que vocês pensem que, aquele aluno que está sob a sua tutela, não aprendendo o suficiente, poderá ser o seu algoz ou de um parente seu.

Vamos nos mexer!!!

“Juntos, poderemos salvar milhares de vidas!”

Christianne Costa

Não usar recurso de multas no trânsito será improbidade

Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou projeto de lei que passa a considerar improbidade administrava a não aplicação de multas

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta quarta-feira, 20, um projeto de lei que passa a considerar ato de improbidade administrava a não aplicação exclusiva dos recursos da arrecadação de multas de trânsito em serviços de sinalização, engenharia de tráfego, policiamento, fiscalização e educação de trânsito, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

O projeto acrescenta dispositivos ao código e estabelece que a aplicação equivocada desses recursos – no caso, em áreas que não dizem respeito à melhorias do trânsito_ passará a configurar ato de improbidade administrativa. Se a autoridade incorrer nesse crime, poderá, em acordo com a Lei de Improbidade Administrativa, ser punido com penas como a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos por cinco a oito anos aos detentores de cargo ou emprego público.

O autor da proposta é o senador Vital do Rego Filho (PMDB-PB), que apresentou dados de um levantamento do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo que mostram que esses recursos não são aplicados em melhorias do trânsito: dos mais de R$ 600 milhões recolhidos em multas no Estado, apenas 0,05% do total foram destinados aos fins previstos na legislação. Segundo ele, são “penalidades duras, mas adequadas em face da desobediência à lei”.

No parecer favorável ao projeto, o relator, senador Sérgio Souza (PMDB-PR), disse que “uma imposição legal deve estar acompanhada da sanção correspondente para quem a desrespeite”. Caso não haja recurso para votação pelo plenário do Senado, a proposta seguirá diretamente para apreciação da Câmara dos Deputados.

Fonte: Exame

CHAMADA GERAL DE TRABALHOS (III FMB)

A Organização do III Fórum Mundial da Bicicleta faz neste momentos a CHAMADA GERAL DE TRABALHOS e apresenta as regras para os interessados em escrever breves artigos sobre temas relacionados à bicicleta. Venha participar também do evento, apresente sua contribuição ao debate.
REGRAS PARA PARTICIPAÇÃO:
01) Estão abertas as inscrições para o envio de trabalhos para constar dos anais do Fórum. O período de inscrição vai de 02/12/2013 a 10/01/2014;
02) Os trabalhos deverão ser encaminhados para a organização do Fórum, para o “e-mail” : [email protected]
03) Não haverá prorrogação do prazo de 10/01/2014;
04) Cada autor poderá inscrever o máximo de dois trabalhos;
05) Cada um dos trabalhos deverá ter o mínimo de duas páginas e o máximo de cinco páginas. Trabalhos que se situarem fora destes limites serão automaticamente descartados, não sendo avaliados pela Comissão de Avaliação/Editorial;
06) Os trabalhos deverão ser escritos com a fonte Arial. O corpo da letra do título deverá ter tamanho 16, tendo os subtítulos ou títulos de capítulos Arial 14. Todo o corpo do texto deverá ser escrito em Arial 12;
07) Serão aceitas imagens nos trabalhos, de preferência em preto e branco e não mais do que uma. Serão admitidos até o máximo de dois gráficos, ou duas tabelas, em preto e branco, mas que não ocupem mais de ¼ de cada página;
08) As margens dos trabalhos deverão ter, em todos os quatro lados, 2,5 cm e o papel deverá ter tamanho A-4;
09) Não serão aceitas notas de rodapé ou mesmo notas de fim de página. As referências bibiográficas deverão estar presente no próprio interior do texto;
10) Não haverá garantia de impressão em papel para todos os trabalhos. A Comissão, a seu critério, julgará quais serão os 30 (trinta) trabalhos que entrarão na seleção do volume especial a ser publicado. No entanto, todos os trabalhos, indistintamente, deverão constar dos anais do Fórum Mundial, mas apenas em meio eletrônico. Nada será descartável;
11) Caberá à Organização do Fórum decidir sobre a forma de distribuição dos exemplares em papel. Ou seja, se gratuitamente, ou através de venda aos interessados;
12) Da mesma forma, caberá à Organização definir se aceitará ou não patrocínio de empresas privadas para auxiliar no processo de impressão do livro;
13) Até o dia 31/01/2014 a Organização do Fórum fará a divulgação dos trabalhos selecionados para compor o livro;
14) Às (aos) participantes pede-se que enviem, em arquivo independente do artigo, um breve currículo, com máximo de seis linhas, ressaltando pontos principais de sua biografia. Também, em poucas linhas, deverá apresentar nome completo, caso queira, acompanhado de apelido, endereço residencial com telefone (celular ou residencial), assim como “e-mail” alternativo para posterior contato da Organização do Fórum;
15) A inscrição, participação, será inteiramente gratuita. No entanto, pede-se a observação da ética no contato a ser realizado com a Organização do Fórum, assim como pede-se que sejam escolhidos temas específicos para fortalecer o debate durante o Fórum, evitando-se discorrer sobre temas genéricos;
16) É intenção da Organização separar os trabalhos por assunto, podendo organizar salas especiais para debates de pontos comuns, mesmo que não estejam pré-selecionados para compor o livro.

Organização do III Fórum Mundial da Bicicleta www.forummundialdabici.org