Arquivo mensais:agosto 2013

Festival Porão do Rock promove concurso cultural “Pedal do Rock”

concurso-pedal-do-rockResolver o problema do trânsito nas grandes cidade é de interesse de todos, certo?
Em parceria com a Rodas da Paz, o Porão do Rock criou o concurso “Pedal do Rock”, incentivando a galera a refletir sobre o assunto.
Responda: “Qual sua dica para melhorar o transporte urbano em Brasília?”.
Os prêmios para as seis respostas mais criativas serão:
O 1º colocado leva uma 1 Bike gentilmente cedida pela Star Móveis.
E do 2º ao 6º colocado, um salto de bungee jump na faixa durante o festival.
O concurso é válido até às 18h do dia 31.
Vamos lá, galera. Participem!
Para participar, é só preencher o formulário no site do Festival Porão do Rock.

Passeio por ciclofaixa/ciclovia do Gama ao Balão do Aeroporto 1º de setembro

gamaDia 1 de setembro, próximo domingo, cerca de 200 ciclistas vão realizar um passeio no Gama. Os participantes irão se concentrar às 8h em frente ao Estádio Bezerrão. Depois os ciclistas farão um passeio pela cidade para sensibilizar a população sobre a necessidade de 22 km de ciclovia que ligue o Gama ao balão do Aeroporto. O percurso será pelas principais vias da Cidade.

Convocação

No dia 1 de setembro, os ciclistas da cidade convocarão a população a participar do Movimento de Mobilidade Urbana do Gama, que será realizado em data que será marcada posteriormente. Neste dia, a previsão é que aproximadamente 200 ciclistas de todo o DF saiam do Gama, às 7h, e sigam até o Palácio do Buriti utilizando uma faixa da via. Representantes do Movimento de Mobilidade Urbana do Gama entregarão um documento no Palácio do Buriti reivindicando uma ciclovia do Gama ao Balão do Aeroporto. Essa ciclovia/ciclofaixa irá beneficiar moradores do Gama, Santa Maria e Entorno que utilizam a bicicleta como meio de transporte tanto para trabalhar como em momentos de lazer.

Passeio ciclístico de convocação aos moradores
Dia: 01 de setembro de 2013 (domingo)
Horário: 8h
Local: Concentração no estacionamento em frente ao Estádio Bezerrão (Setor Central, ao lado do Gama Shopping)
Previsão: 200 ciclistas vão participar do passeio

Fonte: Jornal de Brasília

Rock dá Pedal: vá de bike para o Porão do Rock esse ano!

Está indo pro Porão do Rock?

pdr

Então vá de bike!
O Porão do Rock e a Rodas da Paz estarão juntos para apoiar todos os fãs de rock que foram de bicicleta curtir o Porão do Rock 2013.

A Rodas da Paz fará o bike-vallet, guardando as magrelas e os capacetes de quem for pedalando. Leve a sua tranca!
Cada ciclista ganhará um cartão com o número correspondente a sua bicicleta, para ninguém trocar de bicicleta na saída.

Iremos também organizar os bondes da volta dos shows, para as pessoas voltarem pedalando em grupo para casa sempre que possível.

Já viu a programação do Porão? O bike vallet está disponível tanto na sexta como no sábado.

Mais informações: Porão do Rock

Rodas da Paz esteve presente em seminário da OMS sobre segurança viária e advocacy

rodas_da_paz_opas1Realizado nos dias 12 e 13 de agosto de 2013, o encontro objetivou desenvolver a compreensão do que é advocacy em segurança no trânsito; compartilhar conhecimentos, experiências e boas práticas. O seminário reuniu cerca de 30 representantes de mais de 20 ONGs brasileiras, incluindo associações de vítimas e organizações  que trabalham em temas específicos, como pedestres, ciclistas e transporte sustentável. Entre as principais atividades realizadas nos dois dias de trabalho destacam-se que, no primeiro dia, após a apresentação dos objetivos e programa do encontro, os participantes se apresentaram – a si e às intuições que representavam.

Este primeiro dia foi essencialmente voltado aspectos conceituais sobre o advocacy, após um início com uma contextualização da inserção da OPAS/OMS na temática da morbimortalidade no trânsito, informes do status global e publicações de apoio. Desta primeira contextualização valem destacar os pontos apresentados pela equipe de segurança viária da OPAS Brasil:

  • O olhar do setor saúde aportados para o tema e os câmbios paradigmáticos na visão de segurança no trânsito nas últimas décadas (Victor Pavarino);
  • A situação mais recente da segurança global no trânsito – estacionária, portanto ainda grave; e a particular situação brasileira com taxas bem mais elevada que a dos países com melhor desempenho (Robert Colombo).

Dentre os aspectos conceituais trazidos por Laura Sminkey (OMS/VIP, Genebra), Gayle Di Pietro (Global Road Safety Partenrship – GRSP) e Cássio Honorato (Ministério Público-PR) forma marcantes a fundamentação em evidências em que o Guia para ONGs “Promovendo a defesa da Segurança Viária e das Vítimas de Lesões Causadas pelo Trânsito (lançado na ocasião do evento por Sminkey)  se fundamenta, as devidas distinções entre ações de advocacy, educação, campanhas, seus métodos, meios, focos e objetivos trazidas por Gayle Di Pietro.

Da apresentação do Dr. Honorato, além das considerações sobre o conceito deadvocacy e sua analogia com o contexto jurídico brasileiro, vale destacar a sua ideia de “catalisador” como termo síntese do papel que reputaria ao Ministério Público em ações voltadas aos esforços em prol da segurança viária.

O Engenheiro Artur Morais trouxe um exemplo de metodologia quali-quantitativa do poder de influência de atores (stakeholders) que pode ser utilizada na análise do terreno para a advocacy, enquanto Diza Gonzaga (ONG Thiago Gonzaga/Vida Urgente), trouxe exemplos concretos da advocacy desempenhada pela Fundação que preside, em particular nos aspectos relacionados à mídia social.

No segundo dia de trabalhos, o Sociólogo Eduardo Biavati trouxe as dimensões dos hábitos de saúde e do contexto sociocultural determinante da mobilidade de o segmento jovem da população.

Veet Vivarta e Sandra Damiani, pela ONG ANDI discorreram sobre aspectos da mídia – influência, e papéis dos meios de comunicação, bem como o trabalho de oficinas com jornalistas desenvolvido no âmbito do projeto RS-10/Vida no Trânsito.

Pela tarde Gayle Di Pietro (GRSP) apresentou uma detalhada instrução de como enviar boas propostas para o programa de bolsas de apoio a trabalhos de ONGs a partir e fundos proporcionados pela Bloomberg Philanthropies.

Ao fim realizaram-se discussões sobre prioridades para o advocacy para se começar a definir um processo de colaboração continuada como uma rede informal nos próximos anos.

Os participantes, defensores apaixonados da causa da segurança no trânsito e dedicados em suas respectivas comunidades, agradeceram a oportunidade de se reunir.

Encaminhou-se ainda que:

  • Gayle Di Pietro proporcionará, pela GRSP, uma oficina de capacitação para ONGs brasileiras na primeira semana de dezembro de 2013, com apoio da OPAS/OMS no Brasil;
  • As ONGs planejarão conjuntamente atividades para o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito;
  • As ONGs continuarão a compartilhar informações de suas respectivas atividades, inclusive através do desenvolvimento de uma página no Facebook (já criada por uma das participantes) e;
  • Laura Sminkey garantirá que as ONGs recebem regularmente as comunicações a partir da OMS-Genebra, incluindo as informações relacionadas relacionados à Década de Ações pela Segurança no Trânsito 2011-220.

Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde

Secretaria de Governo afirma que formalizará a participação da sociedade em Fórum

A definição das entidades participantes deve ser na próxima quarta

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Com seis horas de antecedência, às 12h40, desta quarta-feira (21/8), a Secretaria de Governo do Distrito Federal convocou para uma reunião às 18h30, as instituições que fizeram parte do Comitê Gestor da Mobilidade por Bicicletas, instância que se encontra desativada desde abril deste ano. De acordo com os representantes do Governo, a reunião foi convocada para discutir a participação da sociedade civil no Fórum de Mobilidade por Bicicleta, considerada extraordinária segundo o decreto que instituiu essa estrutura.

O objetivo do encontro é dissociado do conteúdo da carta ao GDF, a ser encaminhada ao governador na próxima semana, e que reivindica a formação de uma estrutura mais ampla, um Conselho de Mobilidade e de Acessibilidade, para além da mobilidade por bicicleta. As instituições que desejarem aderir ao texto devem encaminhar email para [email protected]. A carta está no site da Rodas da Paz.

O convite de última hora talvez tenha impossibilitado a participação das demais entidades, resultando apenas a presença da Rodas da Paz, que compareceu com seu Presidente e Vice-Presidente da ONG, Jonas Bertucci e Phillip Fiuza Lima. Por isso, sugerimos que fosse marcada nova data de forma a haver participação efetiva também de outras organizações e grupos relacionadas ao tema. A nova reunião foi definida para a próxima quarta-feira (28/8), às 18h30, nas dependências da Secretaria de Governo.

Estavam presentes ao encontro o secretário de Governo, Gustavo Ponce de Leon Soriano Lago, um representante da Casa Civil, José Ricardo Bianco Fonseca, seu assistente, Paulo Alexandre e representação da Juventude do PSB, André Dutra.

Os representantes do governo explicaram que o objetivo do fórum é a execução do plano de mobilidade por bicicleta, resultado do trabalho do Comitê de Mobilidade por Bicicleta, extinto em abril passado.

O vice-presidente da Rodas da Paz, Phillip Fiuza Lima, questionou o alcance do Fórum e insistiu na necessidade de que haja alinhamento e compromisso sobre as políticas de mobilidade para além da bicicleta. Um Conselho de Mobilidade é a ferramenta mais adequada de participação. Além disso, explicou que a participação da sociedade no Fórum deve ser formalizada. Esta formalização poderá ser feita, segundo o secretário, por meio de uma portaria da secretaria.

O presidente da Rodas, Jonas Bertucci, lembrou que, no Comitê de Mobilidade por Bicicleta, várias questões relevantes apresentadas pela Rodas da Paz e por outras entidades não foram consideradas. O trabalho do comitê não se baseava em consenso e a participação da sociedade era frágil. Por isso, deve haver maior flexibilidade para adequação de metas e prioridades do plano de mobilidade por bicicleta.

Tendo em vista a reunião a ser realizada na quarta-feira, a Rodas da Paz convida todas as entidades signatárias da carta e demais interessados a um encontro na sua sede, às 19.30hs de terça-feira, 27/08, para construir uma estratégia conjunta de participação no Fórum de Mobilidade por Bicicleta a partir do contexto mais amplo de reivindicação do Conselho de Mobilidade.

Rodas da Paz participa da 5ª Conferência Distrital das Cidades – Etapa Brasília

A 5ª Conferência Distrital das Cidades tem como objetivo fortalecer e estimular a participação social e contribuir para o avanço das políticas públicas de habitação, regularização, desenvolvimento urbano, mobilidade urbana e infraestrutura. Podem participar da Conferência o Poder Público, os Movimentos Populares, empresários e organizações não-governamentais.

A Rodas da Paz estará presente na etapa de Brasília para defender a participação social nas políticas de mobilidade, em especial por meio de um Conselho Distrital de Mobilidade, como orienta a Lei 12.587, que trata da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Os Eixos de debate serão:
– Código de Edificação
– Regularização Fundiária
– Mobilidade Urbana
– Orçamento Participativo

Data: 24 de agosto
Horário: 8h-17:30
Endereço: Setor Comercial Sul, Quadra 02, Edifício Palácio do Comércio, 1° Andar – Associação Comercial do DF
Para se inscrever: acesse aqui

COMO SERÃO REALIZADAS AS CONFERÊNCIAS

A 1° fase será realizada na ACDF no dias 24/08 na RA-I cidade de Brasília. Nessa fase estão previstas plenárias e grupos de trabalho sobre temas prioritários para sua BRASÍLIA.
2ª Fase
A Conferência Distrital ocorrerá nos dias 27, 28 e 29 de setembro. Essa será a fase de elaboração dos relatórios finais com discussões, sugestões e 30 propostas de teor nacional a serem apresentadas na 5ª Conferência Nacional das Cidades e as propostas do Distrito Federal.
3ª Fase
A Conferência Nacional das Cidades será realizada entre os dias 20 e 24 de novembro. Ela direcionará a formulação e a execução da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano ao longo dos próximos anos.

Por um Conselho de Mobilidade e Acessibilidade

No dia 19 de agosto, Dia do Ciclista, diversas entidades e movimentos vieram a público pedir ao Governo do Distrito Federal que crie o Conselho de Mobilidade e Acessibilidade. Esta data, criada em homenagem ao ciclista Pedro Davison, atropelado no Eixão em 2006, serve para inspirar ações que busquem cidades mais humanas, políticas de mobilidade mais sustentáveis e um trânsito para seguro para todos.

Centenas de ciclistas e pedestres vem morrendo todo os anos no Brasil, que conta com uma das maiores taxas de mortes por cem mil habitantes no trânsito do mundo. Para reverter este quadro, não bastam apenas técnicos de governo e muito menos o lobby automobilístico, é preciso envolver a sociedade: usuários do transporte coletivo, especialistas, movimentos sociais, trabalhadores do transporte público e motociclistas, para qualificar as ações governamentais nas políticas públicas de mobilidade.

A participação social deve ocorrer em todo o ciclo de políticas públicas, conforme a própria orientação da Política Nacional de Mobilidade Urbana, Lei 12.587. As entidades listadas abaixo esperam que o GDF trabalhe para viabilizar esta participação em canais institucionais, uma demanda da população nas manifestações recentes.

* 33 organizações e grupo aderiram a esta carta até as 12h de segunda-feira (26/08/2013).

POR UM CONSELHO DE MOBILIDADE E ACESSIBILIDADE CARTA ABERTA AO SR. AGNELO QUEIROZ, ILUSTRE GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL

Brasília, 19 de agosto de 2013

Assunto: Criação do Conselho de Mobilidade e Acessibilidade do DF

Excelentíssimo Senhor Governador do Distrito Federal,

Em janeiro de 2012 a presidenta Dilma Roussef sancionou a Lei 12.587, que institui as diretrizes da Política Nacional da Mobilidade Urbana, e em junho de 2013 milhares de cidadãos foram às ruas em todo país, inclusive Brasília, mobilizados especialmente pela pauta da mobilidade urbana. Estamos diante da realização da Conferência Distrital das Cidades, espaço conquistado justamente para promover a inclusão da sociedade nos debates públicos. Nesse contexto, pede-se a sensibilização do poder público para aumentar e qualificar a participação popular em seu ciclo de gestão de políticas, por meio de um Conselho Distrital de Mobilidade e Acessibilidade.

Em setembro de 2011 a Rodas da Paz ocupou assento no então instituído Comitê Gestor da Política de Mobilidade Urbana por Bicicleta, iniciativa pioneira no DF. A ONG Rodas da Paz participou ativamente desse Comitê como uma das entidades de representação da Sociedade Civil, atuando de forma aberta para o diálogo com toda a comunidade.

O Comitê Gestor da Política de Mobilidade por Bicicleta, ainda que enquanto espaço consultivo e não deliberativo, deteve um potencial enorme de articulação das políticas públicas de ciclomobilidade. Porém, apresentou inúmeras fragilidades, não respondendo as demandas e expectativas da comunidade. Entre essas fragilidades, podemos citar:

• Morosidade para colocar em prática as campanhas educativas e de fiscalização;
• Problemas de planejamento e de execução das obras, o que ameaça a segurança dos ciclistas e pedestres;
• Escolha de soluções que não permitem o conforto, a prioridade e a fluidez ao ciclista e ao pedestre;
• Falta de transparência nas suas ações, sem a realização de audiências públicas;
• Demora para a liberação de projetos no portal da transparência e das atas das reuniões, além de inconsistência de informações;
• Dificuldades de articulação entre as diferentes secretarias do GDF.
Tais circunstâncias resultaram inclusive na manifestação através de uma série de questionamentos por parte do TCDFT e, mesmo, o embargo das obras pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal.

Em abril de 2013, durante uma audiência pública sobre as ciclovias da Região Administrativa RA1 (cancelada, devido ao não comparecimento de representantes do GDF que fariam a apresentação do projeto), foi anunciado que o Comitê seria extinto.

Após três meses sem definição de como seria a coordenação da política de mobilidade por bicicleta, e com as obras em andamento, em julho de 2013, foi lançado o Decreto Nº 34.530/2013, que institui um Fórum da Política de Mobilidade por Bicicletas no Distrito Federal. Segundo o referido Decreto esse fórum será constituído exclusivamente por representantes e suplentes de órgãos governamentais – a sociedade civil não faz parte do Fórum, podendo ser apenas convocada apenas extraordinariamente.

Apesar de inúmeras tentativas de dialogar sobre a participação da sociedade civil nos objetivos e deliberações da política cicloviária, não obtivemos respostas sobre as razões que levaram a exclusão da sociedade civil deste espaço de planejamento da política.

Verifica-se, portanto, que há graves problemas de coordenação das ações do GDF, para além do campo da mobilidade por bicicleta. O anúncio de projetos como o do estacionamento subterrâneo na Esplanada e, mais recentemente, a abertura do Eixão do Lazer para carros em dias de jogos no Mané Garricha, estão na contramão de um projeto de cidade sustentável.

Por tudo isso, torna-se urgente e imperativa a criação de uma instância de coordenação e articulação da política de mobilidade urbana, orientando, supervisionando e coordenando ações das diferentes secretarias – e em conjunto com a sociedade civil, segundo orientação da própria Política Nacional de Mobilidade Urbana, conforme seu artigo 15, e ainda de acordo com o Estatuto das Cidades, que por mais de uma década vem amparando a participação popular nas políticas públicas urbanas.

A Rodas da Paz e as entidades abaixo assinadas propõem, por meio desta, a criação de um Conselho de Mobilidade e Acessibilidade, que envolva um conjunto de secretarias e órgãos públicos do GDF relacionados ao tema e uma diversidade representativa de organizações da sociedade civil, para que haja participação social efetiva nos espaços de decisão da política pública.

1. Associação Civil Alternativa Terrazul
2. Associação Park Way Residencial
3. Blog Brasília por Chico Sant’Anna
4. Clube de Ciclismo Coroas do Cerrado
5. Conselho Comunitário da Asa Sul
6. Comitê Popular da Copa DF
7. Escola de Bicicleta
8. Federação Metropolitana de Ciclismo
9. Greenpeace Brasil
10. Grupo Ciclismo de Longa Distância
11. Grupo de Giao
12. Grupo Pedala Gama
13. Grupo Pedala Mais
14. Grupo Rebas do Cerrado
15. Inesc – Instituto de Estudos Socioeconômicos
16. Inverde – Instituto de Pesquisas em Infraestrutura Verde e Ecologia Urbana
17. Instituto Brasileiro de Segurança no Trânsito
18. IPEA – Associação de Funcionários
19. Juventude do PSB-DF
20. Juventude do PT-DF
21. Movimento Nossa Brasília
22. MDT – Movimento de Defesa da Qualidade de Transporte para Todos
23. Movimento Vila Telebrasília Nova Geração
24. O Círculo do Pedal
25. Observatório das Metrópoles
26. Professor Paulo César Marques (UnB)
27. Programa Ciclovida
28. PSOL – DF
29. Rede Sustentabilidade – DF
30. Rodas da Paz
31. Sindicato dos Metroviários do DF
32. UCB – União dos Ciclistas do Brasil
33. Urbanistas por Brasília

Após morte de triatleta, Vilela anuncia campanha educativa de trânsito

Crédito: Assessoria Ciclistas são recebidos pelo governador

Crédito: Assessoria
Ciclistas são recebidos pelo governador


Por Vanessa Alencar

O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) anunciou, por meio de seu Twitter oficial, que o Detran irá realizar uma ampla campanha educacional – voltada aos motoristas – de respeito aos ciclistas e pedestres. O anúncio foi feito nesta terça-feira (16), um dia depois da morte do empresário e triatleta Álvaro Vasconcelos Filho, atropelado enquanto pedalava na AL 101 Sul.

O assunto foi discutido durante uma reunião no Palácio República dos Palmares com representantes da Associação de Ciclistas de Alagoas. Presente ao encontro, Ângela Seabra, integrante do Movimento Bicicletada, disse que a campanha institucional foi uma solicitação do grupo ao governador.

Segundo ela, no começo de junho deste ano os ciclistas enviaram ofícios a empresas de ônibus, órgãos do governo e da prefeitura e até ao Ministério Público Estadual, pedindo a realização da campanha.

“Até hoje, só obtivemos resposta do Detran, que informou a realização apenas de ações pontuais nessa área”, contou, frisando que a educação dos condutores em relação ao ciclista era tão ou mais importante que a construção de ciclovias.

“Já andei de bicicleta em vários países. É impossível ter ciclovias em cidades inteiras, mas nesses lugares existe o respeito dos condutores”, destacou Ângela, acrescentando que o Poder Público e as empresas privadas também precisam se comprometer em verificar a aptidão dos motoristas de ônibus e caminhões contratados. “Muitos desses condutores estão assassinando pessoas nas ruas”.

A integrante do movimento disse esperar que a reunião traga resultados positivos, mas lamentou que a ‘coisa ande’, segundo suas palavras, somente após a morte de uma pessoa conhecida na sociedade.

Ciclovias

Durante o encontro, o governador falou também sobre a construção da ciclovia na AL 101 Sul. Segundo ele, o projeto está pronto e, em setembro deste ano, a obra deve ser iniciada com a liberação dos recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

“Ouvi várias sugestões para melhorar o tráfego e o ciclismo em Alagoas. Nosso governo está aberto para discutir e juntar esforços para garantir mobilidade urbana e segurança de ciclistas, pedestres e motoristas”, destacou Vilela no Twitter.

Em relação ao pleito para a construção de uma ciclovia na Via Expressa, em Maceió, o governador afirmou que está sendo realizado um estudo, mas não entrou em detalhes.

Fonte: Cada Minuto

Chega a 639 o número de ciclistas mortos em Brasília nos últimos 13 anos

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Thais Leitão*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – “Podemos viver da saudade, mas não da dor. A gente ainda pode ensinar civilidade, contaminando as multidões”. A frase fez parte do discurso emocionado feito pela fundadora da organização não governamental (ONG) Rodas da Paz, Beth Veloso, ao encerrar o passeio ciclístico promovido hoje (18), com o objetivo de dar visibilidade à bicicleta como meio de transporte urbano e conscientizar a população por mais respeito no trânsito.

O evento comemorou o Dia Nacional do Ciclista, amanhã (19), e marcou os sete anos da morte do biólogo brasiliense Pedro Davison. Ele foi atropelado em 2006, aos 25 anos, enquanto andava de bicicleta no Eixão Sul, via expressa da capital federal, que é fechada ao tráfego de veículos aos domingos e se transforma em área de lazer. O biólogo estava na faixa central da via onde não é permitido o tráfego de carros. O passeio deste domingo, com 10 quilômetros de trajeto pelo Eixão do Lazer, foi encerrado no local do acidente, onde há um memorial com o posicionamento de uma bicicleta branca.

Presente ao evento, a filha do ciclista, Luíza Davison, disse estar emocionada em ver aumentar o número de pessoas mobilizadas pela paz no trânsito. A menina completa 15 anos amanhã (19), mesmo dia em que ocorreu o acidente há sete anos. “Ver essas pessoas aqui, emocionadas com uma história que para mim é tão importante, e buscando a mesma coisa que a minha família busca desde aquele dia, é muito bom”, disse.

A mãe de Pedro Davison, Beth Davison, também destacou a mobilização crescente em torno do tema, mas lamentou a demora no cumprimento da pena estabelecida ao motorista atropelador. Ele foi condenado em 2010 a seis anos de prisão em regime semiaberto e a pagar pensão à filha do ciclista. Por ser réu primário, recorre em liberdade.

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

“Hoje você vê mais bicicletas na rua, a discussão sobre ciclovias e ciclomobilidade está na pauta. O acidente foi uma sementinha plantada, já que o caso passou a ser um símbolo da paz no trânsito, símbolo de que a bicicleta é veículo e tem que ser respeitada e protegida pelo Estado. Mas, embora o motorista tenha sido condenado e tenhamos a certeza de que um dia ele vai pagar, é muito triste ver que sete anos se passaram e nada aconteceu”, disse.

O presidente da Rodas da Paz, Jonas Bertucci, também enfatizou alguns avanços nos últimos anos, como a diminuição do número de ciclistas mortos no Distrito Federal. Ele também citou como pontos positivos o fato de a cultura da bicicleta como instrumento de mobilidade, e não apenas de lazer, estar mais presente na sociedade e de os políticos estarem mais atentos à ideia. Ele ressaltou, no entanto, que as políticas públicas direcionadas à área ainda são limitadas.

“Os projetos ainda são muito fracionados, como se fossem para criar ciclovias para os ciclistas e não para integrar a bicicleta à cidade. Não basta fazer ciclovias, é preciso haver campanhas educativas, fiscalização e estrutura adequada, como paraciclos [suporte físico onde a bicicleta é presa em um local público]. As ciclovias também precisam ter fluidez e levar o ciclista aonde ele quer ir, como ao seu local de trabalho ou de lazer”, disse ele, que usa a bicicleta diariamente para ir de casa, na Asa Norte, até o trabalho, no Setor Bancário Norte.

Jonas Bertucci destacou que entre os problemas mais comuns no trajeto pela L1, via da capital federal em que a velocidade máxima permitida é 40 quilômetros por hora, está o fato de os motoristas passarem muito próximos à bicicleta e não darem preferência nos cruzamentos. “Faltam mais campanhas educativas para orientar motoristas, pedestres e ciclistas”, acrescentou.

Bertucci também disse que muitos pontos das ciclovias de Brasília têm problemas de rachaduras no concreto, acabamento malfeito e falta de sinalização adequada. “Em muitos trechos, a ciclovia não ficou lisa o suficiente, gerando trepidação quando se pedala”, lamentou.

Segundo dados do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), 639 ciclistas morreram em acidentes entre 2000 e junho de 2013. Em 2009, foram 42 ciclistas mortos e, em 2012, foram 31. O diretor de Educação de Trânsito do Detran-DF, Marcelo Granja, acredita a queda no número de mortos se deve a uma maior conscientização dos motoristas em respeitar o ciclista e do próprio ciclista em não andar mais no sentido contrário ao fluxo de veículos, que é mais arriscado.

Granja lembra que os equipamentos obrigatórios da bicicleta são o retrovisor à esquerda, a campainha e os refletores nos aros nas laterais dianteira e traseira. “Nas campanhas educativas em escolas, canteiros de obras e locais de concentração de ciclistas, também enfatizamos a importância do uso do capacete”, disse o diretor do Detran.

Segundo Granja, ao andar nas rodovias, o ciclista deve sempre circular pelo acostamento. Nas vias urbanas, onde não houver ciclovias, o ciclista deve andar na beirada da pista mais à direita, próximo ao meio-fio, sempre no mesmo sentido dos veículos. O motorista, por sua vez, deve manter uma distância lateral de 1,5 metro do ciclista e reduzir a velocidade ao ultrapassá-lo.

De acordo com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), existem cerca de 159 quilômetros de ciclovias e 79 quilômetros de ciclofaixas no DF. A previsão é que até o fim de 2014 as faixas exclusivas para as bicicletas cheguem a 600 quilômetros de extensão.

*Colaborou Ana Cristina Campos

Fotos: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil, UOL, Correio Braziliense, Jornal de Brasília, Terra

O nosso aniversário foi uma festa de números incríveis

O nosso aniversário foi uma festa de números incríveis.

Como se completar 10 anos de atividade
já não fosse um número bacana o suficiente.

Mas a gente não poderia contar com esses números
se não contasse com você.
Muito obrigado.

No dia 4 de agosto, mais de 5 mil pessoas pedalaram pela paz no trânsito. A cada ano, são mais e mais bicicletas pelas ruas de Brasília. Mas esse foi o maior passeio ciclístico da década.

48 horas antes do Passeio, 3.497 pessoas estavam inscritas pelo site. Pela primeira vez, por meio desse cadastro, será possível manter contato com os participantes ao longo do ano. No domingo, as camisetas se esgotaram em apenas 1 hora.

Também realizamos um sonho: reunimos um grupo representante dos 32 fundadores da Rodas da Paz. Cada um recebeu uma camiseta exclusiva e agradecimento, na forma de um certificado.

Infelizmente, foi preciso lembrar números que fazem parte da história da bicicleta no DF. Pouco antes da largada, às 9h30min, lembramos das pessoas que ainda são vítimas da violência no trânsito, como a Carol Scartezzini, vítima fatal em 2013. A outra homenagem foi à memória do ex-diretor da Rodas, Marcelino Brandão. A oração de Santo Agostinho foi o texto que escolhemos para esse momento.

No mesmo horário, a Rodas da Paz foi homenageada pelo seu aniversário na cerimônia de troca da bandeira, com o Comando Militar do Planalto. Mais de 500 ciclistas participaram desse ato cívico.

Pela 1ª vez, em dez anos, a Polícia Militar não autorizou que o caminhão de som orientasse o percurso, à frente dos ciclistas. A proibição da PM aconteceu cerca de 5 minutos antes do horário previsto para a saída, embora o passeio estivesse devidamente autorizado pelas entidades competentes, conforme rege a legislação.

A decisão tomada pela polícia gerou um sentimento de insegurança, pois o carro de som sempre é um apoio para quem pedala. A música, a coordenação pelo áudio, controla o ritmo do passeio e mantém o grupo unido, abrindo o caminho. O que aconteceu será objeto de ação da Rodas da Paz.

Isso poderia ter afetado o ânimo dos ciclistas, que precisaram esperar a situação se resolver num dia de calor. Alguns pedalaram mais de 50 quilômetros para estarem com a gente naquela manhã de sol forte. Mas isso não diminuiu nem o ânimo, nem o número de ciclistas participantes. Juntos, somos muitos. E seremos mais cada vez mais.

É bom saber que a Rodas da Paz
pode contar com você.

Não esqueça que você também
pode contar com a gente.
Valeu.

O Passeio Ciclístico Rodas da Paz – 10 anos continua… na internet.

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O vídeo do Passeio já está no ar (YouTube)
www.youtube.com/watch?v=8iSU3ZPKoJg

Álbum de fotos
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Para se tornar voluntário ou se associar:
www.rodasdapaz.org.br/envolva-se/

Fundadores da Rodas da Paz
Agnaldo Bocchino
André Arantes
André Tatu
Antônio Júnior
Cláudio Villalva Civatti
David Duarte Lima
Denise do Carmo Direito
Edmar Machado Veloso
Elizabeth Veloso
Emmanuel Ricardo
Eustáquio Miroir
Frederico Gall
Geraldo Eustáquio
Gilvan João da Silva
Gláucio Mello
Ivam Melo
João Paulo de Luca Oliveira Ribeiro
José Roberto Dias
Leandro Corrieri Macedo
Leandro Salim Kramp
Marcos Humberto Vieira
Maurício Gonçalves
Pablo Ricardo Cavalhieri Dias
Patrícia Luque
Paulo César Marques
Rodrigo Anthero
Rogério Aviani de Carvalho
Ruyter Kepler D. Thuin
Sérgio Luiz Barbosa Silva
Sylvio Otávio Baptista de Carvalho
Túlio A. Castelo Branco Leal
Valéria Cristina da Trindade Feitoza

Patrocínio:
Sicoob
Conjunto Nacional

Apoio:
Instituto Sabin
DQV
Commute Bike Studio
Bendito Suco
Ágil
Coroas do Cerrado
Secovi
Veloce
Transamerica
Microssíntese
Cycling
Sportcicle
GDF
Administração Regional de Brasília
Administração Regional do Parkway
Federação das bandeirantes
Revista Bicicleta
Bateria Furiosa do DF

Assessoria de Comunicação
(61) 3526-5376 / 8117-7010 / 9959-7010
Jornalista Ana Júlia Pinheiro

Ciclovias não estão integradas ao trânsito

Para o urbanista Caio Vassão, não há política pública para os ciclistas, apenas promoções e incentivos.

Assessoria de Imprensa Perkons

Poliane Brito

Um meio de transporte que não polui, de custo e manutenção baixos e que traz benefícios para saúde, a bicicleta tem poucos adeptos no Brasil. Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que aqui 7% da população usa bicicleta como transporte, enquanto na Holanda 84%. As cidades brasileiras têm estrutura para os ciclistas?

Para o arquiteto e urbanista Caio Vassão as soluções existentes são ineficientes. “Não há ação de planejamento e implantação de um sistema cicloviário integrado em escala metropolitana. Ao mesmo tempo há campanhas independentes de promoção do uso das bikes em uma cidade despreparada para esse fim. O que observamos é o sacrifício de ciclistas em um meio urbano agressivo e dominado por automóveis, incompatível com a escala do pedestre e do ciclista”, expõe.

Levantamento realizado em 2011 pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo comprova essa incompatibilidade. A cada dia, nove ciclistas foram hospitalizados vítimas de acidentes. Ao todo foram internados 3,4 mil pessoas, o que correspondeu a um gasto de R$ 3,25 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Para especialista em trânsito pela Perkons, os planos de mobilidade urbana devem oferecer alternativas de transporte viáveis e seguras aos cidadãos, de acordo com suas necessidades. Crédito: Julia Chequer/R7

Para especialista em trânsito pela Perkons, os planos de mobilidade urbana devem oferecer alternativas de transporte viáveis e seguras aos cidadãos, de acordo com suas necessidades.
Crédito: Julia Chequer/R7

A especialista em trânsito da Perkons, Maria Amélia Marques Franco, diz que o controle da velocidade pode auxiliar imediatamente neste cenário. “A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda velocidades de até 50 Km/h em vias urbanas, com limites ainda menores em vias de circulação de pedestres e ciclistas, que são mais vulneráveis. Quanto menor a velocidade, menor é a gravidade do acidente, explica”.

Vassão defende a mudança no modelo de cidade baseada nos automóveis para a cidade distribuída e a integração como condições indispensáveis para que a bicicleta seja um meio de transporte cotidiano. “A integração deve permitir a convivência efetiva, e não apenas um convívio perigoso”, esclarece.

O que pensa o ciclista

Sergio Affonso, presidente do Clube dos Amigos da Bike (CAB), usa a bicicleta para atividades do trabalho, reconhece que muitas ciclovias não têm guias rebaixadas e não interligam trechos, e sugere que o ciclista utilize rotas alternativas fora de ruas de grande fluxo.

Apesar da precariedade da estrutura para o ciclista, Affonso acredita que o número de usuários no país irá crescer. “As ciclovias no Brasil são muito escassas e algumas são adaptadas e se tornam uma verdadeira aventura. Porém, na medida do possível, o poder público vem implantando ciclovias e ajudando muito a vida dos ciclistas e aficionados por bicicleta”, diz.

A Lei 12.587, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana tornou obrigatória a elaboração, até 2015, de Planos de Mobilidade Urbana (PMU) para todos os municípios com mais de 20 mil habitantes. O Ministério das Cidades criou o Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta para incentivar o uso da bike com outros modais a longo prazo.

O urbanista acredita que enquanto os gestores públicos não considerarem os transportes leves como prioridade não haverá implantação maciça de sistemas cicloviários de qualidade e integrados. “Não há um política sobre isso, apenas promoções e incentivos. O poder público não assumiu a necessidade de uma política de transportes leves e ainda considera que automóveis são ou devem ser o meio de transporte predominante no tecido urbano”, observa.

Segundo Maria Amélia, os planos de mobilidade urbana devem oferecer alternativas de transporte viáveis e seguras aos cidadãos, de acordo com suas necessidades. “É preciso também boas calçadas, ciclovias e ciclofaixas para estimular a caminhada e o uso de bicicletas em distâncias curtas e médias. É insustentável congestionar as ruas e lotar ônibus e metrôs porque as pessoas optam pelo carro ou transporte coletivo nessas situações”, afirma.

Bons exemplos

Na Europa, o uso da bicicleta é comum em cidades com condições de relevo e climática desfavoráveis. Na Noruega, a cidade montanhosa de Trondheim encontrou uma solução: criar uma espécie de elevador para as bicicletas. Em Ferrara, no Itália, houve investimento em estacionamentos gratuitos com vigilância e nas estações ferroviárias. A administração local também substituiu, no centro histórico, as antigas pedras por calçadas planas.

Fonte: Perkons

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Sobre a Perkons

A Perkons é uma empresa especializada em tecnologia para segurança e gestão integrada de tráfego. Tem experiência em fiscalização eletrônica de trânsito e foi pioneira neste mercado no país com a invenção da lombada eletrônica em 1992.

Hoje, tem atuação voltada para o desenvolvimento de produtos e projetos que ofereçam soluções tanto para a segurança quanto para gestão completa do trânsito. A experiência acumulada nestes 20 anos permite à empresa oferecer um mix de produtos e serviços que auxiliam os gestores públicos no planejamento urbano e gestão de tráfego. Entre as expertises da empresa está a elaboração de estudos e projetos que auxiliam na tomada de decisões para a conquista de um trânsito mais fluido e seguro. Todo o trabalho desenvolvido pela empresa tem base em uma estrutura tecnológica para o acompanhamento do trânsito em tempo real, fiscalização de infrações, contagem de fluxo e identificação da frota por categoria e tamanho. A reunião dessas informações oferece aos gestores um raio x geral do trânsito e do comportamento do motorista.

Pedale com a Rodas no Eixo – Dia do Ciclista

Neste domingo 18/08 a Rodas da Paz organiza uma edição especial do Rodas no Eixo. Venha lembrar com a gente: dia 19/08 é o Dia do Ciclista. A data é uma homenagem ao Pedro Davison, biólogo que pedalava no Eixão, vítima da violência no trânsito em 2006.

SAÍDA – EIXÃO NORTE: 9 horas, 112/212 Norte
CHEGADA – EIXÃO SUL: 113/213 Sul

Vamos juntos pedalar pelo Eixão do Lazer até a bicicleta branca, que lembra o Pedro e tantos outros ciclistas. Traga flores para colocar na bicicleta durante a homenagem.

Será um momento especial, para que a gente firme o nosso compromisso, de continuar pedalando por um DF com Paz no Trânsito.

O DER (Departamento de Estradas de Rodagens) e a GEDANT (Gerência de Doenças e Agravos não Transmissíveis) estarão presentes apoiando o encontro. No percurso, distribuição de adesivos, cartilhas educativas e outros materiais informativos.

Itinere: Um aplicativo que ajudará ciclistas identificarem pontos seguros e problemas na sua cidade

Projeto de crowndfunding quer mapear as rotas feitas de bicicleta através de aplicativo para celular. As rotas identificadas ajudarão a construir o maior mapa cicloviário do país, ajudando a mostrar onde há necessidade de ciclovias. A meta é arrecadar R$13.500 até o dia 4/9. Há várias recompensas bacanas, de acordo com o valor doado. E na boa, quer recompensa maior do que ver o seu caminho de bicicleta ser reconhecido pelo governo? Conheça mais sobre esse projeto aqui: http://benfeitoria.com/itinere

Itinere – Crowdfunding Benfeitoria from mobCONTENT on Vimeo.

OPAS debate advocacy para segurança no trânsito dias 12 e 13 de agosto em Brasília

road_safetyVai acontecer em Brasília o “Seminário Nacional sobre Advocacy para ONGs com foco em Segurança no Trânsito”, nos dias 12 e 13 de agosto. O evento acontecerá na OPAS (Organização Pan Americana da Saúde), no setor de Embaixadas Norte.

O evento é restrito a convidados mas poderá ser acompanhado pela internet: https://sas.elluminate.com/site/external/installinfo/meeting?sid=1110&password=M.DE1FDE1114CCFC1B6F804D8991037B

Acesse aqui a programação completa: NGOs Advocacy Seminar 12-13 AUG_POR Final

Audiência Debate Ciclovia do Riacho Fundo

ciclovia_riachoBianca Monteiro, voluntária da Rodas da Paz

Na última terça-feira (6/8) a Rodas da Paz participou da audiência pública do Riacho Fundo II de apresentação do projeto da ciclovia que está sendo construída ali na região. Estiveram presentes líderes comunitários, além da administradora Geralda Godinho, de Alexandre Freitas -Diretor de Obras, Mayara Almeida – engenheira de Trânsito do DETRAN, Cláudio Márcio da Novacap e o Comandante da PMDF Glaumer Araújo.

Conforme anunciado na reunião, a ciclovia terá 8 km (8,033 mil metros) com 2,3 metros de largura e cortará a Avenida Riacho Fundo II, a Avenida Contorno, Avenida N 02 (que liga o Riacho Fundo II à DF 075) e terminará na passarela da DF 075, que liga o Riacho Fundo à Samambaia. As obras estão em plena execução e a previsão para sua conclusão é até a segunda quinzena de setembro.

O órgão responsável pela obra é a Novacap e a empresa a CCL. De acordo com a Novacap, serão investidos R$ 1,6 milhão na pavimentação da malha cicloviária.

Segundo informações da administração, a bicicleta é o segundo meio de transporte mais utilizado pelos 44 mil moradores do Riacho. Geograficamente, a cidade tem uma longa extensão que ocupa uma área que vai da BR 040 até o balão de acesso ao Gama – o que significa um percurso linear de 10 quilômetros, aproximadamente.

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