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Passeio Ciclístico Rodas da Paz 10 Anos

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10 anos
A rua é de todos!
Domingo, 04 de agosto | 09h | Museu Nacional

O Passeio Ciclístico da Rodas da Paz já entrou para o calendário de Brasília, e desta vez a festa é ainda mais especial: estamos comemorando 10 anos de existência. Uma década é muito tempo, mas também é só o começo.

Ainda temos muito chão a percorrer nessa luta diária pela paz no trânsito, na promoção do direito à cidade e a uma mobilidade urbana cidadã, pela garantia da convivência respeitosa e pacífica entre pedestres, ciclistas, motoristas. Afinal, a rua é de todos!

As inscrições para o Passeio vão até 02 de agosto na internet e podem ser feitas também na hora, no dia. É grátis, o caminho é lindo, a manhã é de sol, a brisa é gostosa e a causa vale a pena.

Acesse o site e inscreva-se!

http://www.rodasdapaz.org.br/projetos/passeio-anual-da-rodas-da-paz/inscricao

Venha pedalar com a gente. Participe e chame todo mundo: amigos, sua família, o pessoal do trabalho, namorado ou namorada, o grupo do pedal. Quem faz a inscrição, ganha a camiseta*, concorre aos brindes sorteados no dia e ainda pode levar até uma bicicleta personalizada da Commute Bike Store.

Nos vemos na manhã do domingo, dia 04 de agosto. Não fique de fora. A concentração é no Museu Nacional, a partir das 09 horas. Até lá!

Patrocinadores e Apoiadores:

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Conjunto Nacional
Sicoob Planalto Central
Diferença Que Vende Comunicação
Instituto Sabin
Commute Bike Studio
Coroas do Cerrado
Bendito Suco
Transamérica Pop Brasília FM 100.1
Secovi DF
Revista Bicicleta
Sport Cicle
Ágil Vigilância e Serviços Gerais
Cycling Bike Club
Governo do Distrito Federal – GDF
Administração Regional do Park Way – GDF
Veloce Bikes & Aventura
Federação das Bandeirantes do Brasil – Brasília (DF)
Bateria Furiosa do DF

Serviço:

Passeio Ciclístico Rodas da Paz – 10 anos
Domingo, 04 de agosto de 2013
Concentração: 09h – Museu Nacional
Inscrições gratuitas:
http://www.rodasdapaz.org.br/projetos/passeio-anual-da-rodas-da-paz/inscricao
* Sujeito a disponibilidade

www.rodasdapaz.org.br
www.facebook.com/rodasdapaz
www.twitter.com/rodasdapazdf
[email protected]
Imprensa: Ana Júlia Pinheiro
(61) 8117-7010 / (61) 9959-7010 / (61) 3462-6579 / (61) 3526-5376
[email protected]

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Ciclista que percorreu 234 mil km por 55 países passa por Mato Grosso

História aventureira de Renato Campinho começou há 12 anos no Piauí.
Ciclista já passou por países da América, África e Europa.

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O ciclista Renato Campinho está cruzando Mato Grosso em um percurso de 234 mil quilômetros em cima de uma bicicleta. Durante oito anos ele afirma já ter percorrido 55 países das Américas, África e Europa. Com determinação, Renato passou por Cuiabá e afirma que tem um sonho ousado de completar 400 mil quilômetros pedalando.

Essa é a primeira vez que Renato passa por Mato Grosso em sua aventura pelo mundo. Durante todo o trajeto ele afirma que utilizou 16 bicicletas diferentes. Para suportar os desafios da viagem, ele carrega consigo uma barraca, lençol, travesseiro, reserva de pneu, de banco, ferramentas, roupas e materiais de higiene pessoal. E segundo ele, pelo mundo afora já fez muitos amigos que apoiam a filosofia de vida dele e também o apelidaram de ciclista ecológico.
“Essa mensagem gosto de deixar para as pessoas porque temos que cuidar do meio ambiente, do planeta, e uso a bicicleta porque é um transporte natural, que traz benefícios para a saúde e para o meio ambiente”, declarou.
O ciclista aventureiro pretende terminar a viagem na Nova Zelândia, na Oceania. Antes disso, ele deixa Mato Grosso em direção aos estados de Rondônia e Acre para, em seguida, cruzar a fronteira e chegar ao Peru. Renato espera que o mundo conheça essa experiência de pedalar por todos os continentes. “O meu sonho é conseguir um recorde mundial de 400 mil quilômetros e depois fazer um filme e um livro para relatar para as pessoas a história, costume e tradição de cada lugar que passei”, concluiu.

Fonte: G1 

Vou de bike

Cresce em Brasília o número de pessoas que trocam o carro pela bicicleta ou pelo menos limitam a vida sobre duas rodas. Existe até voluntário para ensinar a enfrentar o trânsito no pedal

phillip james Uma das invenções humanas mais difundidas do mundo, a bicicleta já foi exclusividade dos mais abastados dos séculos 18 e 19. Depois da Segunda Guerra Mundial, foi estigmatizada como símbolo do proletariado. No Brasil dos anos 1960, época em que a indústria automobilística produzia de vento em popa, a magrela perdeu o posto de musa. Inevitavelmente, a nova capital de JK, construída no coração do país, corroborou com a ideologia: cidade desenvolvida é sinônimo de cidade ocupada por carros. O que não se cogitava era que, décadas mais tarde, grandes cidades tivessem que pisar no freio e devolver à bicicleta um lugar de destaque como resposta à mobilidade urbana e ao meio ambiente. Brasília também acordou para essa realidade e começa a dar importância a esse meio de transporte, que, na década de 1980, ganhou o apelido de “camelo”. Hoje, a cidade pede: pedalar é preciso.

Nesse grupo, juntam-se homens e mulheres que, a princípio, pedalavam por lazer ou como atividade física. Agora, o objetivo é outro: ir ao trabalho, pagar uma conta no banco ou, simplesmente, fazer as compras na padaria. Caso da moradora do Sudoeste Marília Honório, 25 anos, que, recentemente, decidiu parar de reclamar do trânsito e fazer algo a respeito. Na semana passada, ela colocou a bike na rua para ir ao escritório onde trabalha, no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA). Ironicamente, no mesmo lugar onde uma frota de automóveis é vendida todos os dias, Marília estaciona, satisfeita, seu novo meio de transporte. Para isso, ela pediu auxílio de Phillip James Fiuza Lima, 36 anos, voluntário Bike Anjo.

“Sou daquela linha bem brasiliense: cabeça, corpo e carro, mas passado um tempo, quis fazer diferente. A gente reclama muito de que as coisas não funcionam e não se mexe para mudar. Depois de ler bastante a respeito e conhecer gente que resolve a vida de bicicleta, vi que é possível fazer o mesmo”, conta Marília. Com ajuda de Phillip que, além de Bike Anjo, também é vice-presidente da ONG Rodas da Paz, a jovem aprende a “dirigir” a bicicleta pela cidade. “Nosso trabalho é mostrar ao ciclista como sinalizar, que caminhos mais tranquilos ele pode fazer para chegar ao trabalho, por exemplo, não só pela quantidade de carros nas vias, mas também pela condição do asfalto, buracos etc. Estar alerta ao que está acontecendo à volta é palavra de ordem”, destaca o Bike Anjo.

Orientação gratuita

Desenvolvido por ciclistas paulistas apaixonados pela cidade e esperançosos por uma melhor qualidade de vida, com menos poluição e barulho, o projeto visa uma convivência pacífica no trânsito e foi disseminado em outros 15 estados do país e no DF. “Queremos mais bikes e menos carros nas ruas, e essa é nossa intenção ao oferecer orientação gratuita aos iniciantes que têm dúvida sobre como se portar no trânsito”, explica o grupo na página oficial na internet, www.bikeanjo.com.br.

A serviço de quem pedala Enquanto mais pessoas saem de casa pedalando por lazer ou para o trabalho, a cidade ajusta o foco de suas prioridades. Shoppings oferecem estacionamento para quem vai de bike, e hotéis se preparam para oferecer um serviço de empréstimo de bicicletas para os hóspedes. Outro filão que investe na galera do pedal são os cafés. Caso do Objeto Encontrado, na 102 Norte, onde os irmãos e sócios Bebel e Lucas Hamu já investiram em um bicicletário para os clientes, além de planejar promoções para quem chegar sob duas rodas. “Para nós, dar acesso a quem usa esse meio de locomoção é pensar na cidade como um todo”, explica Lucas.

Cliente e amigo dos empresários, Marcelo Ribeiro, 24 anos, mora na Asa Norte e circula bastante de bike pelas superquadras da região. No entanto, ele ressalta: nem todos os cafés e restaurantes se habilitam a receber os ciclistas. Por ser frequentador do café, ele aposta na iniciativa de Bebel e Lucas, que acreditam fazer parte de um futuro roteiro de cafés bike friendly na capital.

Esse perfil de local já existe em São Paulo, por exemplo. Na capital paulista, é possível escolher roteiros de turismo que incluem cafés e restaurantes onde se chega, sem preconceito, de magrela. A demanda é tanta que outra iniciativa interessante aliou o café ao ciclismo. A ideia partiu de três amigos: Cadu Ronca, 29 anos, advogado, Murilo Casagrande, 31, publicitário, e André Rodrigues, 29, designer. Neste ano, o trio lançou uma marca de café, a Bike Café, vendida em um bar/bicletaria paulistano.

Com o slogan “Um café especial que ajuda a espalhar mais bikes por aí”, eles revertem o lucro das vendas para projetos que colocam cada vez mais bikes “em ruas mais seguras, fluidas, divertidas e democráticas”, reforça Murilo. E a demanda não para de crescer. A cada mês, novos espaços abrem as portas para quem não dispensa a bicicleta como meio de transporte. Na página www.bikeit.com.br/brasilia, é possível conferir cafés, restaurantes, shoppings e outros espaços que permitem o acesso a quem chega pedalando. Como o site é colaborativo, é possível incluir novos endereços bike friendly.

Leia a matéria completa na edição nº 426 da Revista do Correio.

Fonte: Correio Braziliense

Nota de Falecimento – Marcelino Brandão Filho

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Foto: Sérgio Garcia de Camargo (Dart)

Todos os que lutamos por uma mobilidade saudável e cidadã em nossas cidades e que valorizamos a bicicleta como meio de locomoção, esporte ou lazer estamos consternados com a notícia da irreparável perda do querido Marcelino Brandão, ocorrida na data de hoje.

Fundador do grupo Rebas do Cerrado e do projeto DV na Trilha, Coordenador do Pedal Noturno e ex-diretor da ONG Rodas da Paz, Marcelino foi sempre incansável na valorização do uso da bicicleta e pelo respeito e harmonia no trânsito para os que têm a bicicleta como meio de lazer ou de locomoção.

A Rodas da Paz agradece a Marcelino pelas dezenas de pessoas que se apaixonaram pela bicicleta incentivadas por ele, por sua dedicação exemplar e por ter levado a alegria de pedalar e a mensagem de um mundo melhor e mais humano a tanta gente.

Ao Marcelino nossa saudade, homenagem e reconhecimento.

Seu corpo está sendo velado hoje no Cemitério Campo da Esperança e será cremado amanhã dia 11/07/2013, às 10h em Valparaíso, GO.

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Fotos: Sérgio Garcia de Camargo (Dart), Rebas do Cerrado e Rodas da Paz

Um duro nó para desatar

Como os problemas do transporte público e a falta de apoio ao deslocamento não motorizado afetam os moradores do DF

A advogada Maria Cláudia Cabral, funcionária do Palácio do Planalto: jornada ao trabalho de bicicleta e salto alto

A advogada Maria Cláudia Cabral, funcionária do Palácio do Planalto: jornada ao trabalho de bicicleta e salto alto

Antes um termo técnico, a mobilidade urbana entrou na pauta política, virou assunto de conversa, ocupou páginas de jornais e mereceu inúmeros cartazes nas recentes manifestações que se alastraram pelo país. A escolha do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014 transformou o tema em palavra de ordem. Transporte público, infraestrutura no trânsito e acessibilidade passaram a ser o maior desafio – e suposto legado – de cidades-sede como Brasília. A um ano do grande evento, pouca coisa avançou. Hoje, a qualidade exibida no setor virou uma das bandeiras de protesto.

O estudante Hariston Felipe Pereira participou de duas manifestações em Brasília reclamando da precariedade do transporte público no Distrito Federal. Morador de Brazlândia, ele perde duas horas e quarenta minutos dentro do ônibus para chegar ao Plano Piloto, onde trabalha como auxiliar-técnico. “Saio de casa às 5 horas para ter folga no tempo, pois o meu patrão não aceita mais a desculpa de que o ônibus quebrou quando justifico um atraso”, conta. De 0 a 10, Pereira dá a nota mais baixa para o setor no DF.

José Walter Vazquez Filho, secretário de Transporte do Distrito Federal, nunca encomendou uma pesquisa de aprovação dos usuários das redes de ônibus e metrô da capital e diz que nem precisa. “Já sei qual seria a resposta”, admite. Brasília é possivelmente a única metrópole do país em que as rádios fazem um ranking do número de ônibus enguiçados no horário de pico. Em uma única manhã, o jornalismo da CBN já contabilizou quinze ônibus quebrados nas ruas. “A cada dia, há pelo menos quatro”, diz Rafael Alves, repórter de trânsito. Segundo o Sindicato dos Rodoviários, a quantidade diária no DF é ainda maior: em média, quarenta veículos param por problemas mecânicos. Nas contas do secretário, 60% da frota de ônibus circula com a validade vencida. Pela lei, após sete anos de uso, o coletivo tem de ser substituído.

Vazquez Filho acredita que a contratação de outras empresas para operar no sistema e a renovação da frota de ônibus serão um grande avanço. O GDF sonha em pôr para rodar 2 600 coletivos novos até dezembro. Mas a licitação enfrenta uma batalha jurídica que emperra o processo. Na semana passada, depois de muito esforço, o governo lançou às ruas cinquenta ônibus zero quilômetro para atender Taguatinga, Estrutural, Ceilândia e Brazlândia.

Na cerimônia de entrega, o governador Agnelo Queiroz (PT) disse que a construção do corredor Expresso-DF Sul, sistema de ligação entre Santa Maria e o Plano Piloto, também vai contribuir para a melhora do setor. “À medida que oferecermos ônibus de qualidade, muita gente que usa transporte particular irá optar pelo público”, acredita.

No projeto de Brasília, Lúcio Costa previu que ela teria uma população de cerca de 500 000 pessoas. Já são 2,5 milhões. Outro milhão vem todos os dias para o Plano Piloto. Nesse ponto, as retas da cidade dão um nó. A simetria das linhas geométricas, símbolo da arquitetura modernista da cidade, não é nada amigável para quem quer se deslocar a pé ou de bicicleta – os dois modos de locomoção não motorizados fundamentais para fechar a conta de um sistema de transporte eficiente e sustentável.

Brasília foi planejada para carros individuais, não para bípedes. As calçadas e ciclovias, muitas em péssimo estado de conservação, somem. Falta sinalização. E as faixas de travessia são insuficientes, mesmo constituindo, com razão, um motivo de orgulho para a cidade – a primeira a levar a sério a preferência do pedestre, conseguindo reduzir pela metade o número de atropelamentos, após campanhas realizadas em 1996 e 1997. Cruzar sozinho um dos túneis que passam por debaixo do Eixão durante a noite é tarefa para destemidos. Também inexiste uma cultura de respeito aos ciclistas.
A advogada Maria Cláudia Canto Cabral, assessora no Palácio do Planalto, preparou-se durante seis anos para abandonar o carro e adotar a bicicleta como meio de transporte. “Eu me via diante de um dilema semelhante ao do slogan do biscoito Tostines. As pessoas dizem que não usam a bicicleta porque não tem estrutura. O governo não investe porque não existem muitos ciclistas. É preciso quebrar esse ciclo”, diz. Moradora da Asa Norte, ela leva os mesmos vinte minutos de bicicleta que costumava levar de carro. E não precisa nem mesmo abrir mão do salto alto. “As pessoas têm de agradecer e respeitar os ciclistas. Cada bicicleta na rua é um carro a menos que circula. Estamos caminhando a passos largos para o caos”, afirma.

Em longas distâncias, o ideal é que a bicicleta seja associada ao transporte coletivo. O assessor parlamentar Afonso Morais pedala de casa até a estação do metrô, em Águas Claras, e depois da Rodoviária do Plano Piloto até o Congresso, onde trabalha. Quando chove, Morais dobra a bicicleta e a coloca no porta-malas do táxi. O problema é conseguir um.

Os brasilienses contam com uma frota de 3 400 táxis. É a mesma desde 1979, quando a metrópole tinha metade dos atuais habitantes. A presidente do sindicato dos taxistas, Maria do Bomfim, diz que o problema é do engarrafamento. “Você deixa o passageiro e não volta. Vem daí a sensação de que não tem táxi”, diz. Em horário de pico, os automóveis chegam a enfrentar 10 quilômetros de congestionamento.

Artur Morais, professor de engenharia civil da Universidade de Brasília e especialista em transporte, lembra que a mobilidade foi negligenciada por décadas. “Se continuarmos dessa forma, as cidades vão parar”, acredita ele, para quem o que falta em Brasília é investimento em transporte não motorizado. Morais critica o Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade do Distrito Federal, de 2010. “Não adianta pintar ciclovias e continuar incentivando o uso do automóvel com duplicação de pistas, redução de IPI, construção de estacionamentos e oferta de IPVA zero para carros novos”, afirma.

Um projeto de mobilidade da UnB apresentou uma carta aberta listando algumas propostas. Dentre elas, um planejamento intermodal integrado, isto é, a associação de diferentes meios de transporte com integração de tarifa. O documento recomenda sistema sobre trilhos para eixos principais, além de uma rede de ciclovias e de bicicletários disponibilizados em lugares estratégicos, como edifícios públicos e estações terminais. Também prega reformas para as calçadas, que devem ganhar acessibilidade universal, e o uso de veículos sustentáveis no transporte coletivo, como ônibus elétricos. O nó da mobilidade é difícil de desatar, mas ainda há luzes no fim desse longo e engarrafado túnel.

Fonte: Veja Brasília

Atletas de Brasília fizeram bonito na 1ª etapa do Campeonato Capital de Ciclismo

DSCN09801-647x246MAIS DE 90 CICLISTAS PARTICIPARAM DA COMPETIÇÃO

O Campeonato Capital de Ciclismo reuniu dezenas de atletas no Autódromo Internacional de Brasília para a primeira etapa do Capital que começou no início da manhã deste domingo (30/6).

A participação da categoria DV foi uma das mais prestigiadas com 15 duplas participando, um show que emocionou o público presente e os participantes da prova, deficientes visuais e seus guias.

Veja mais fotos no http://facebook.com/capitalracing

O campeonato ficou decidido assim:

Categoria Elite Masculino

1º Calixto Emanuel Bello
2º Ailton Barros de Oliveira
3º Henrique Oliveira
4º Ricardo do Amaral
5º Josemberg Nunes

Categoria Elite Feminino

1º Natália Sueiro
2º Debora Fernandes
3º Laleska Alves

Categoria Mater “A”

1º Ubirajara Macedo
2º Felipe Pereira
3º Daniel Mais Vieira
4º Wander de Souza
5º Robson C dos Santos

Categoria Mater “B”

1º Deusimar Alves
2º Salvador Carmona
3º Leonardo Grain
4º Paulo Tarso
5º Silas Antonio

Categoria Open

1º Paulo Vitor Pereira
2º Luiz Cordeiro Filho
3º Raimundo Nonato
4º Helon Vallery
5º Lucas de Farias

Categoria Sub23

1º Fabio Henrique
2º Igor Mandel Medeiro
3º Rafael Gomes

Categoria Junior

1º Lohander R Silva
2º Natan Fernandes
3º Pedro Renan Soares
4º Kallel Adass Mattos

Categoria Deficientes Visuais ( DV )

1º Bruno Costa Gagliardi ( Condutor) e Adalto Belli ( DV )
2º Harley Alves de Carvalho
3º David Patrick F de Paula ( Condutor ) e Wallace Paschoal Gonçalves ( DV )
4º Anderson Polissene Clinfford ( Condutor ) e José Edson Vieira ( DV )
5º Danilo Edson Hayakawa ( Condutor ) e Willian Pereira de Oliveira ( DV )

Fonte: Capital Racing

Seja um voluntário da Rodas da Paz

Você acha que dá pra fazer do DF um lugar mais seguro para andar a pé, de bike ou skate? Nós também. Ajude a Rodas da Paz a tornar nossa cidade um lugar mais humano e participe de nossa oficina de ativismo para voluntários. Dias 20 e 21 de julho vamos aprender sobre organização de campanhas, ações não violentas e estratégias de comunicação com o pessoal da Escola de Ativismo e da Ciclocidade (SP). Inscrições até 10 de julho. Vagas limitadas.

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